A Minha Dupla Vida: O Caso Secreto que Me Consome de Desejo

Sou a Marta, 35 anos, casada com o João há 12, dois filhos pequenos, advogada numa firma conceituada em Lisboa. De fora, sou a mulher perfeita: casa arrumadinha no Chiado, jantares em família, yoga às manhãs. Mas… ai, o mas. Há seis meses, descarreguei uma app de encontros. Não aguentava mais a rotina morna do meu casamento. Encontrei o Pedro, 38, engenheiro, corpo atlético do ginásio. Mensagens quentes, fotos disfarçadas. Ele sabe que sou casada. Eu adoro isso. O risco. O coração aos pulos.

Hoje, o João saiu cedo para uma reunião no Porto. ‘Volto às 20h, amor’, disse ele, beijinho na testa. Eu sorri, mas por dentro… ferver. Mandei mensagem ao Pedro: ’15h, motel discreto na Marginal. Não atrases.’ Vesti saia lápis, blusa branca justa – profissional, mas os meus seios generosos marcam tudo. Olhei o anel no dedo. Brilhou. Culpa? Pouca. Excitação? Toda. Antes de sair, travei a porta do quarto. Tirei a roupa devagar. Deitei na cama, pernas abertas. Toquei-me. Os dedos na cona já molhada, imaginando o caralho dele. O clitóris inchado, rosado. Esfreguei devagar, mordi o lábio. ‘Não gozes já, Marta. Guarda para ele.’ Acelerei, gemendo baixo. O corpo arqueou, ondas quentes. Parei no limite. Respiração ofegante. Limpei-me, vesti-me. Coração disparado. Saí de casa como se fosse ao supermercado.

A Rotina Perfeita e o Chamado do Pecado

Cheguei ao motel às 14h55. Ele esperava no quarto, camisa aberta, sorriso safado. ‘Finalmente’, murmurou, puxando-me pela cintura. Beijámo-nos com fome. Línguas enroladas, mãos por todo o lado. Senti o volume no calção dele. Duro como pedra. ‘Estás molhada para mim?’, perguntou, mão na minha saia. ‘Vem ver’, respondi, voz rouca. Ele rasgou as collants, dedos na cona. ‘Caralho, Marta, estás encharcada.’ Deitei-o na cama, abri o zíper. O caralho saltou, grosso, veias pulsantes. Tomei-o na boca. Chupei o glande, lambi as bolas peludas. Ele gemeu: ‘Assim, puta casada.’ Adoro isso. Engoli fundo, garganta apertada. Ele agarrou o meu cabelo, fodi-me a boca. Parei. ‘Agora fode-me.’ Virei de quatro, rabo empinado. Ele entrou de rompante. ‘Que cona apertada!’, grunhiu. Bombava forte, bolas a bater no clitóris. Eu gritava: ‘Mais fundo, Pedro! Fode esta casada!’ Mão dele no cu, dedo a entrar. Duplo prazer. Mudei: montei-o, seios a balançar. Ele chupava os mamilos duros, mordia. Gozei primeiro, cona a contrair, sumos a escorrer. Ele virou-me, pernas nos ombros, meteu brutal. ‘Vou gozar!’, avisou. ‘Dentro não! Na boca.’ Saiu, encheu-me a boca de porra quente, salgada. Engoli tudo, lambi o caralho limpo.

Eram 16h30. Vestimo-nos a correr. ‘Até à próxima, minha vadia secreta’, piscou ele. Saí primeiro, pernas bambas, porra ainda no hálito. No carro, toquei o anel. ‘O João não suspeita.’ Cheguei a casa às 17h. Tomei duche rápido, perfumei-me. Preparei o jantar. Ele chegou pontual. ‘Dia bom?’, perguntou, beijando-me. ‘Perfeito’, menti, sorrindo. Senti a excitação pulsar de novo. O segredo queima. Amanhã, volto ao escritório, senhora respeitável. Mas à noite… quem sabe outra mensagem. Esta dupla vida? Não troco por nada. O risco é o meu vício.

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