A Minha Dupla Vida: O Caso Secreto na Piscina e no Hotel

Sou a Maria, 38 anos, casada com o João há 12, dois filhos, professora na universidade do Porto. Vida impecável: casa arrumadinha, aulas preparadas, sorrisos falsos no jantar. Mas o João? Beijos frios, sexo mecânico. Eu fico seca, a cona a latejar de tédio. Ontem, depois de duas horas de aula, no gabinete, alunos a queixar-se de exercícios. Eu penso na noite passada no clube libertino, corpo ainda a tremer. Nada arrependo. Às 12h30, saco de ginásio, corro para a academia ali perto.

💸Torna-te modelo webcamMais de 50% dos ganhos · Pagamentos diários · 60 M de visitas/diaSaber mais →

Troco a saia pelo licra azul, tiro o sutiã – mamas livres, a saltarem nos copos. No remo, suor a colar o tecido à pele, curvas marcadas. ‘Ei!’, uma voz. Viro-me: André, short folgado, top justo, corpo esculpido. ‘Olá! Vens desabafar energia?’, pergunto, olhos no peito dele. ‘Sim, alívio de pressão’, ri ele. Mentira – é atleta. Treinamos, espiamo-nos. Suor no meu licra, mamas a brilhar. Ele fita-as. Eu miro as coxas grossas, a volume no short. Excito-me, frisson no ventre. Levanto-me rápido, sorriso, corro para os balneários.

A Rotina Que Me Asfixiava e o Chamado do Desejo

Piscina gelada, ‘Meu Deus, que alívio!’. Cécile tinha razão: ele é gato, aquela protuberância… Calor sobe, cona molhada. Plop! André nada até mim, adosado à borda, jatos a massagear. Sozinhos. Olhos negros nos meus, centímetros entre nós. Mão na minha anca – salto. ‘Desculpa…’. Não deixo: labios nos dele, língua faminta. Corpos colam, ancas encaixam, mesma altura. Beijo eterno, ofegantes. Dois mergulham – separamo-nos. ‘Não posso sair agora’, diz ele, pau duro. Sorrio. Nadamos, eu acalmo.

No parque, rimos nervosos. Rececionista dá chave do quarto. No elevador, colo-me, ‘Não aguento’. Excitação desde a academia – preliminares perfeitos. Quarto frio, AC a chiar. Deitamos, beijos ferozes, despimo-nos à pressa. Mãos brutas, bocas a morder. Gemos alto. Ele monta, penetra fundo – ‘Caralho, que cona apertada!’. Pernas nos rins dele, fodo violento. Gozamos juntos, rápido, explosivo.

Cabeça no peito dele, mão acaricia costas. Endorfinas… Mas penso: traí o João pela segunda vez em dias. Mão dele nas minhas nádegas, dedo no regate – ‘Ah…’. Cambro-me, beijo peitos, desço à barriga. Pubis rapado, bolas lisas. Engulo o caralho semi-mole, fundo da garganta. Ele endurece, geme. Agora ele: agarra ancas, eu monto. Língua no clitóris, ‘Que molhada, puta!’. Arabescos, chupo mais. Gozo gritando, afogo-lhe a cara.

O Sexo Selvagem e o Regresso ao Meu Mundo

Preservativo, monto de novo. Eu controlo: cona massageia, varia ângulos, pubis dele roça clitóris. Ele ruge, explode. Queria o leite quente dentro… Limpinho, chupo restos. Telemóvel vibra: ‘Sim, amor… Vou buscar a Zoé’. ‘Desculpa, dever chama’. Beijo, ducha, some. ‘Casado…’. Olho relógio: 15h20. Sinto-me usada, mas excitada. Visto-me, saio.

No fim de tarde, trabalho para esquecer. Fecho gabinete, vejo-o no corredor. ‘André!’. Sorri. Coração aos pulos. ‘Não respondeste mails’. ‘Maria, fofo… Sou casado, tu também. Bom momento, acabou’. Fúria: ‘Fodes-me e sumis?’. ‘Regra minha: prazer máximo, uma vez só’. Fica sozinho.

Casa, João chega, beijo rápido. Filhos felizes. TV, mão na coxa dele – mensagem clara. Sem cueca, espero. Dedos nas nádegas, ‘Vilã!’. Enfia dedo seco – grimace. ‘Prepara-me direito ou nada!’. Discute, mas cala. De manhã, gelo. Semanas de brigas.

Hoje, um mês depois, casa insuportável. Ligo ao Georges do clube, mas era a mulher. Bar, whisky, mail dela. Vou à casa dela, jantar, conversa íntima. Beijo dela… Acordo cedo, volto ao trabalho. Secreto guardado, cona lateja só de lembrar. Adoro esta dupla vida: senhora de dia, puta à noite. Risco vicia-me.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *