Minha Dupla Vida: O Caso Secreto que Me Faz Tremer de Excitação

Eu sou a Maria, 38 anos, casada há 12 com o João. De dia, sou advogada numa firma respeitável em Lisboa, sempre impecável no fato e salto alto. Ninguém imagina que por baixo dessa fachada, eu vivo um inferno de desejo. O João é um bom homem, mas no sexo… é rotineiro, previsível. Eu preciso de mais. De risco. De ser fodida como uma puta, sem pudor.

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Esta manhã, ele ainda dormia quando eu me levantei. Olhei para o anel no dedo, brilhando à luz fraca do quarto. Coração a bater forte. ‘Vou a uma reunião cedo’, menti no WhatsApp para o João, enquanto vestia a saia justa e a blusa decotada. Saí de casa às 7h, o ar fresco de manhã a arrepiar-me a pele. Dirigi até ao motel discreto na periferia, onde o António me esperava. Ele é o meu amante há seis meses, um colega de tribunal, alto, forte, com mãos que me sabem agarrar direito.

O Segredo que Eu Escondo do Meu Marido

Estacionei, pernas a tremer. E se alguém me visse? O João podia ligar, desconfiar. Mas isso só me excitava mais. Bati à porta do quarto 12. Ele abriu, só de calções, o peito largo e peludo. ‘Entra, safada’, murmurou, puxando-me para dentro. Beijámo-nos com fome, línguas a devorar-se. Senti o pau dele endurecer contra a minha barriga. ‘Tens saudades da minha cona?’, perguntei, voz rouca. ‘Sempre, Maria. Mas hoje quero o teu cu.’ O meu coração disparou. Culpa? Um bocadinho, sim. Mas o tesão vencia sempre.

Ele rasgou a minha blusa, expondo os meus seios pesados, mamilos duros como pedras. Chupou-os com força, mordendo até doer. Eu gemi, mão no cabelo dele. ‘Rápido, António, tenho de voltar antes das 9h.’ Ele riu, virou-me de costas contra a parede. Baixou-me as cuecas, dedos a abrir as minhas nádegas. ‘Que cu perfeito, tão apertadinho.’Cuspiu na mão, lubrificou o buraco. Eu arqueei as costas, anel no dedo a roçar na parede fria. Ele enfiou um dedo, depois dois, abrindo-me. ‘Estás molhada toda, puta casada.’ Sim, a cona escorria, mas era o cu que ele queria.

O Encontro Rápido e Intenso com Ele

O pau dele, grosso e veiudo, pressionou a entrada. ‘Relaxa, amor.’ Empurrou devagar, centímetro a centímetro. Doeu no início, mas o prazer veio logo, uma onda quente. ‘Fode-me forte!’, implorei. Ele obedeceu, bombando rápido, mãos nas minhas ancas. Cada estocada batia fundo, o som molhado ecoando no quarto. Eu masturbava a cona, clítoris inchado, sentindo o orgasmo subir. ‘Vou gozar no teu cu!’, grunhiu ele. Gozei primeiro, pernas a tremer, cona a pulsar. Ele explodiu dentro de mim, quente, cheio. Ficámos ofegantes, suor misturado.

Cinco minutos depois, vesti-me às pressas. ‘Amanhã, mesmo sítio?’, perguntou. ‘Não falhes.’ Beijei-o, saí. No carro, o esperma escorria pelo cu, molhando a saia. Coração ainda acelerado. Cheguei a casa às 8h45. O João acordou, beijou-me na testa. ‘Reunião boa?’ ‘Perfeita’, sorri, sentindo o segredo pulsar entre as pernas. Ele foi para o duche, eu preparei o café. Ninguém sabe. Mas eu? Eu vivo para isto. A culpa é pequena, o prazer imenso. O risco de ser apanhada? É o que me faz querer mais. Esta dupla vida é a minha droga.

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