Eu sou a Ana, 38 anos, casada com o Pedro há 12 anos. Trabalho como gerente de contas num banco aqui em Lisboa. Vida perfeita, não? Casa em Cascais, jantares em família, yoga aos sábados. Mas… há dois anos, comecei isto. O Miguel. Ele é casado também, empresário rico, daqueles que manda em tudo. A gente se conheceu num congresso, trocamos olhares, e pronto. Agora, é secreto. Mensagens codificadas, encontros rápidos. Hoje, saí do escritório às 18h, coração a bater forte. O Pedro acha que vou ao ginásio. Menti de novo. ‘Atraso um bocadinho, amor.’ Ele nem desconfia. Olho para a aliança no dedo, brilha ao sol poente. Sinto culpa, mas o tesão ganha. O corpo já treme só de pensar nele. Dirijo até ao parque de estacionamento abandonado perto do Tejo. Ele está lá, no carro preto dele. Aceno, entro rápido. ‘Boa tarde, minha puta casada’, diz ele, voz grave. Eu coro, mas sorrio. ‘Miguel, tenho de voltar cedo hoje.’ Ele ri. ‘Então vamos ao que interessa.’
Ele arranca, mas para num canto escuro. ‘Tira a saia e a calcinha. Agora.’ Hesito um segundo, olho à volta – carros passam na estrada ali perto. Risco de nos verem. Mas obedeço. Pernas nuas no banco, buceta já molhada. Ele enfia dois dedos sem aviso. ‘Caralho, estás encharcada. Pensaste em mim todo o dia?’ Gemo, sim. Ele abre a braguilha, caralho duro, grosso, latejante. ‘Chupa.’ Inclino-me, engulo até à garganta, saliva escorrendo. Ele agarra o meu cabelo, fode a boca. ‘Boa menina, mas quero essa cona.’ Viro-me, banco reclinado, subo em cima dele. Sinto a aliança fria contra a pele quente dele enquanto guio o caralho para dentro. Ai, que delícia. Encho-me toda, gemendo alto. ‘Cala-te, vadia, ou alguém ouve.’ Mas ele empurra forte, bolas batendo no meu cu. ‘Fode-me mais, por favor… mais rápido.’ Ele aperta os meus peitos por cima da blusa, morde o pescoço. ‘Olha a tua aliança, puta. Trais o teu homem com este pau.’ Isso excita-me mais, aperto a cona à volta dele, cavalgo como louca. Suor, cheiro de sexo no carro fechado. Ele enfia um dedo no cu, enquanto me come. ‘Vais gozar, não vais? Goza no caralho do teu amante.’ Explosão. Gozo tremendo, molhando tudo. Ele não para, vira-me de quatro, bate forte. ‘Agora o cu.’ Lubrifica com a minha saliva, entra devagar, depois fode sem piedade. Dor e prazer misturados, grito abafado. ‘Toma, leva o gozo no cu.’ Sinto quente dentro, ele enche-me. Caio exausta, ofegante.
A Rotina Perfeita e o Desejo Escondido
Ele limpa-se rápido. ‘Veste-te, tens de ir.’ Eu obedeço, pernas moles, cu a arder, cona latejante. Cheiro dele na pele, esperma a escorrer. ‘Obrigada, Miguel. Foi… incrível.’ Ele beija-me rápido. ‘Até à próxima, minha duquesa secreta.’ Saio, volto ao meu carro. Dirijo para casa, coração ainda acelerado. Chego, Pedro na cozinha. ‘Tudo bem, amor? Chegaste suada.’ ‘Sim, ginásio cheio.’ Sorrio, aliança brilha inocente. Janto normal, beijo os miúdos boa noite. Deito-me ao lado do Pedro, ele dorme. Toquei-me discretamente, pensando no risco, no caralho dele. Amanhã, rotina de novo. Mas este segredo… é o meu vício. Sinto-me viva, culpada, mas tão excitada. Ninguém sabe. E isso faz-me querer mais.