Eu sou a Ana, 58 anos, casada há 30 com o Miguel, um homem bom, mas rotineiro. De dia, sou a gerente de contas num banco em Lisboa, sempre impecável no fato e salto alto, a aliança de ouro a brilhar no dedo enquanto assino relatórios. Ninguém imagina que à noite, ou melhor, antes de jantar, eu vivo outra vida. O Ricardo, o meu amante, é o vizinho do andar de baixo, viúvo, daqueles que me olha com fome nos olhos há meses. Começou com olhares no elevador, depois mensagens, e agora… agora eu não resisto. Adoro o risco, o medo de ser apanhada, o coração a bater como um tambor enquanto minto ao Miguel que vou ao supermercado.
Hoje foi mais uma vez. Saí do trabalho, o corpo já a formigar só de pensar nele. Liguei-lhe: ‘Estou a cinco minutos, abre a garagem.’ O meu coração martelava no peito, suor frio nas costas apesar do ar condicionado do carro. Estacionei lá em baixo, no escuro, e ele já esperava, calças desabotoadas, o volume enorme a marcar. ‘Ana, minha puta casada, entra rápido.’ Abri a porta do passageiro de trás, subi o vestido justo, sem cuecas, claro. A aliança fria no dedo roçava a coxa dele enquanto eu me sentava no colo. ‘O Miguel espera-me para o jantar, Ricardo, tem de ser rápido.’ Ele riu, ‘Quanto mais risco, mais molhada ficas, não é?’
O Segredo que Eu Escondo do Meu Marido
Ele agarrou-me os seios por cima do sutiã, apertou os mamilos duros, e eu gemi baixo, ‘Sim, caralho, adoro isto.’ Beijámo-nos com urgência, línguas a devorar, o cheiro a desejo no ar confinado. Desci a mão, agarrei o caralho dele, grosso e quente, já a latejar. ‘Estás tão duro para mim, amor.’ Ele puxou o vestido para cima, expondo a minha cona depilada, ensopada. ‘Olha esta cona traiçoeira, a pingar por mim enquanto o teu marido está em casa.’ Enfiou dois dedos, mexeu rápido, e eu arqueei as costas, ‘Oh fode-me, Ricardo, agora!’
Ele não esperou. Posicionei-me de quatro no banco de trás, cu para cima, pernas abertas. ‘Quero o teu cu hoje, Ana, essa racha casada que ninguém fode.’ Lubrifiquei com a minha saliva, cuspi no buraco apertado, e ele encostou a cabeça do caralho. ‘Devagar, amor, é apertado.’ Mas ele empurrou, centímetro a centímetro, o anel a rasgar-me, dor misturada com prazer insano. ‘Caralho, que cu guloso, Ana!’ Começou a bombar, forte, as bolas a bater na minha cona, mãos a espalmar as nádegas. Eu mordia o banco para não gritar, ‘Mais fundo, fode o cu da tua puta, enche-me de porra!’ O carro balançava, risco de alguém ver, e isso deixava-me louca. Ele acelerou, ‘Vou gozar, Ana, toma a porra quente no teu cu virgem!’ Gozou jatos grossos, quentes, enchendo-me, escorrendo pelas coxas.
A Foda Rápida e Proibida no Carro
Eu não gozei ainda, mas tremia toda. Ele lambeu-me a cona depressa, língua no clitóris inchado, dedos no cu a mexer a porra dele, e eu explodi, ‘Sim, caralho, gozo! Ricardo!’ Corpo convulso, sucos a molhar o banco. Limpámo-nos à pressa com lenços, beijo rápido, ‘Vai para casa, puta, e come com o teu corninho a cheirar a porra.’ Saí do carro, pernas bambas, cu a pulsar, porra a vazar na renda das meias. No elevador, sozinha, toquei na aliança, sorri culpada mas excitada.
Cheguei a casa, ‘Desculpa o atraso, trânsito.’ O Miguel sorriu, ‘Tudo bem, amor, o jantar está pronto.’ Sentei-me à mesa, o cu ardendo no cadeira, cheiro subtil de sexo no ar. Enquanto comia, pensava no Ricardo, no risco, na porra dentro de mim. Adoro esta dupla vida: de dia senhora respeitável, de noite puta vadia. O segredo arde em mim, molha-me de novo. Amanhã, repito. O risco é o meu vício.