A Minha Dupla Vida: A Confissão Ardente de uma Mulher Portuguesa

Estou aqui sentada à minha cómoda, a pentear o cabelo, quase nua. Só pus este negligé de seda que encontrei no armário do quarto de hóspedes. Não é meu, mas pensei: se está aqui, é para usar. É tão transparente que se vêem as minhas formas todas, e pequeno demais para os meus seios fartos – mal fecha. Há uns anos, envergonhava-me com isto. Mas desde que casei com o João e entrei no mundo adulto, perdi essa pudicícia. Em casa, sou a Maria perfeita: advogada em Lisboa, mãe de dois, jantares de família, aliança brilhante no dedo. Mas por dentro… ai, por dentro queimo.

Hoje de manhã, no escritório, troquei olhares com o Pedro, o estagiário novo. Ele tem 25 anos, corpo atlético, olhos que me despem. O meu coração acelerou quando ele sussurrou: ‘Hoje à tarde, na tua casa? O teu marido trabalha até tarde.’ Eu hesitei – e se alguém vê? Mas o risco… Deus, o risco excita-me tanto. ‘Sim, mas rápido. Ele chega às 18h.’ A aliança pesa no dedo enquanto digito a mensagem a confirmar. Culpa? Um bocadinho. Mas o desejo ganha sempre.

A Rotina Perfeita e o Segredo que Me Queima Por Dentro

Olho-me ao espelho. Os mamilos endurecidos furam o tecido fino. Abro o negligé, vejo o meu sexo quase sem pelos, liso e inchado de antecipação. Ia tocar-me quando batem à porta. É ele. Abro só um pouco, mas deixo-o entrar. ‘Estás linda assim, Maria’, diz, os olhos famintos nos meus seios. ‘Cala-te e vem cá.’ Ele fecha a porta, mãos já na minha pele.

Empurra-me contra a parede da cozinha, beija-me com urgência. Sinto o pau dele duro contra a minha barriga. ‘Tira isso’, ordeno, puxando-lhe a camisola. Ele obedece, nu em segundos. O pau ergue-se, grosso, veias pulsantes, cabeça vermelha e molhada. Agarro-o com a mão esquerda – a aliança fria roça a pele quente dele. ‘Fode-me agora, Pedro. Não temos tempo.’ Ele ri, baixo: ‘Sabes que adoro este risco, casada safada.’

Levanta-me para a mesa da cozinha, como da primeira vez. Abro as pernas, o negligé cai aos lados. Ele lambe-me o clitóris devagar, língua quente e ávida. ‘Estás ensopada, Maria. Pensaste em mim todo o dia?’ ‘Sim… ah, fode-me com a língua.’ Chupo os dedos dele enquanto ele me come a cona com a boca, gemendo contra mim. O coração bate forte – e se o vizinho ouve? Mas isso só me molha mais.

O Encontro Proibido e o Regresso Triunfante à Normalidade

‘Agora o pau’, suplico. Ele endireita-se, esfrega a cabeça na minha entrada. Entra devagar, esticando-me toda. ‘Caralho, estás tão apertada.’ Empurro os quadris, quero-o todo. Ele acelera, bombadas fortes, os meus seios balançam livres. Agarro-lhe as bolas, pesadas e tensas. ‘Mais forte, fode-me como uma puta.’ Ele obedece, mão no meu pescoço leve, outra no clitóris. Sinto o orgasmo subir – ‘Vou gozar!’ – e gozo forte, cona a contrair no pau dele, unhas nas costas.

Ele puxa fora, goza nos meus seios, jatos quentes e espessos. ‘Engole um bocado’, diz, e lambo o pau sujo de mim. Limpamos rápido com toalhas, risos nervosos. ‘Vai-te embora já.’ Ele veste-se, beija-me: ‘Até amanhã, no escritório. Ninguém suspeita.’

Ele sai pela porta das traseiras. Eu tomo duche rápido, visto o vestido conservador, maquilho-me. O João chega, beija-me: ‘Dia bom, amor?’ ‘Perfeito’, sorrio, sentindo o esperma seco na pele por baixo. Culpa? Pouca. Excitação? Imensa. Esta dupla vida é o meu vício. Amanhã, mais. O segredo guardado faz-me pulsar de novo.

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