Minha Dupla Vida: A Confissão Quente de uma Mulher Portuguesa

Acordei com o coração aos pulos, ainda a cheirar a sexo da noite passada. O meu marido dorme no quarto ao lado, pensa que sou a esposa perfeita, advogada certinha, sempre impecável. Mas ontem, depois do trabalho, fugi para o apartamento do João, o meu amante mais velho, ex-jogador de râguebi, corpo forte e peludo. E o Miguel, o puto novo, cheio de porra mas sem jeito. Refusaram-me a cona a noite toda, só brincadeiras. Agora, toco-me devagar, dói um bocado, inchada de tanto desejo. Suspiro fundo. Preciso de mijar.

Passo pela sala, o João ronca nu, pila mole entre as coxas grossas. Sorrio. Ele precisa de emagrecer 15 quilos se quiser foder-me como homem. Visto o robe dele, entro no quarto e abaixo-me. Hesito: cinto ou língua? Escolho chupar. A boca enche-se devagar, ele acorda a gemer, a pila engrossa, quase me engasga. Quando treme, paro. ‘Levanta-te e faz o pequeno-almoço, caralho.’ Ele queixa-se das cordas – amarro-o sempre para dominar. Desato-o, admiro o corpo suado. ‘Vai, obedece, ou nada de meter nessa cona.’ Ele ri, vai para a cozinha, cheiro a café sobe.

O Segredo da Manhã e a Tensão do Dia

Eu visto-me leve: sem cuecas, mamas livres debaixo da camisola. Como sozinha, ele na mesa pequena, ainda não ganhou o direito. ‘Trabalho à noite no busão, chego tarde.’ ‘Eu saio, não me esperes. E nu na cama quando eu voltar, percebes?’ Ele implora, mas mando-o limpar a casa. Dou-lhe 50 euros, fico com o resto. ‘Para água, nada de cerveja até emagreceres.’ Subo, maquilho-me sexy, saio com o coração a martelar. O marido liga: ‘Onde vais, amor?’ ‘Compras no centro, volto cedo.’ Mentira doce, adrenalina pura. A aliança brilha no dedo enquanto aperto o bus.

Encontro o Miguel na rua estreita, sem vivalma antes das 11. ‘Branques-te para mim, agora.’ Ele gagueja: ‘Aqui? Loucura!’ Abro-lhe a braguette, aperto o caralho semi-duro. ‘Ou obedece, ou acabou.’ Ele pega-se, mão rápida, coxas abertas, olhos nos meus. ‘Vai, amor, essa pila é minha, imagina a minha boca.’ Ele goza forte, jatos quentes no chão, ‘Ai, foda-se, adoro-te!’ Rio, ‘Vai ao jardim do velho repetir.’ Ele guarda a pila a tremer quando um carro ronca ao fundo. Corro, cona a pingar de excitação.

O Prazer Proibido e o Regresso à Rotina

No centro comercial, entro na loja de cuecas. A Filipa, vendedora linda, mamas fartas, segue-me à cabine. Experimenta-me um sutiã, mãos nos meus peitos, ‘Não assenta bem.’ Desabotoa, belisca mamilos, eu gemo. Beijamo-nos selvagem, mamas coladas, conas a roçar. Barulho lá fora, ela sai. Eu fico nua da cintura para baixo, espero. Volta, dou-lhe um soco na barriga, ajoelho-a. ‘Chupa-me a cona, senão acabou.’ Empurro a cabeça, língua dela entra funda, chupa o clitóris, ‘Sim, caralho, assim! Lambe o sumo!’ Gozo tremendo, ‘Boa putinha, volto à pausa.’ Ela ofega, ’13h, cá em casa.’ Compro cuecas para o João, volto às 13h. Ela pega-me a mão, leva-me ao estúdio.

‘Chamo-me Maria Clara.’ ‘Filipa.’ Beija-me feroz, puxa cabelo, mama-me os peitos duros. Eu gemo, ela domina, dedos na cona encharcada. ‘Agora eu.’ No quarto, rola-mos, ela força-me a chupar: cona molhada, clitóris inchado, chupo gulosa. Ela explode, ‘Fode, gozo! Aperta-me!’ Depois, câlinhos, dormimos 10 min. Pizzas no micro-ondas, vinho, falamos fútil. Quero mais, mas ela volta ao trabalho. Deixo-me ficar, durmo siesta, acordo com jato na cona no chuveiro. Devolvo chaves com beijo roubado atrás do expositor.

Volto a casa do João às 22h, ele nu na cama. O marido mandou mensagem: ‘Jantar pronto?’ Respondo ‘Atrasada no escritório.’ Secreto guardado, cona latejante. Esta noite fodo-o recompensa, mas o risco… ai, o risco faz-me viva. Culpa? Pouca. Excitação? Infinita. Amanhã, vida normal: tribunal, marido carinhoso. Mas no fundo, sei: sou viciada nestes segredos quentes.

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