Sou a Inês, 38 anos, advogada em Lisboa. Casada há 12 anos com o João, temos uma casa impecável nos subúrbios, jantares em família aos domingos. Todo mundo me vê como a mulher perfeita: salto alto no tribunal, aliança brilhando no dedo, sorriso educado. Mas… ai, meu Deus, por dentro eu queimo. Tenho uma vida dupla. Toda quinta-feira, minto sobre uma ‘reunião de clientes’ e dirijo para uma casa isolada no Alentejo. Lá, com as minhas amantes – a Andréa, a Colette, a Ana – nos entregamos a jogos que me deixam a cona latejante de desejo. O risco de ser apanhada? É isso que me excita mais. O coração acelera só de pensar no telemóvel a vibrar com a mensagem dela: ‘Vem, minha puta secreta’. Hoje… foi hoje mesmo. Saí do escritório às 17h, o João acha que estou em Coimbra. Mas estou aqui, sozinha no carro, as coxas a tremerem, a lembrar cada segundo.
Cheguei à casa ao pôr do sol. Nua em segundos, como sempre. Andréa, a minha rainha, já esperava com o balde de urtigas frescas. ‘Prepara-te, Inês. Hoje vais levar no cu e na cona’. O meu coração batia tão forte que doía no peito. A aliança no dedo esquerdo contrastava com a mão dela a apertar a minha bunda. ‘Põe-te de quatro’, ordenou. Primeiro, o lavamento. Janine segurou o tubo, gel frio no meu cu apertado. ‘Relaxa, vadia casada’. Empurrou devagar, água morna a encher-me as tripas. Eu gemia, ‘Ai, não aguento… vai explodir’. Segurei, suando, o cu a pulsar, medo de soltar tudo ali mesmo. Depois dela, foi a minha vez de ajudar a Ana, a novata, olhos de pânico mas tetas duras de excitação.
O Segredo que Me Consome Diariamente
Então, o fogo. Deitei-me de costas, pernas para cima, cona exposta. Duas delas abriram-me com os dedos – dois em cima, dois em baixo, puxando as grandes e pequenas lábios. Doía, mas a humidade traía-me. ‘Olha esta casada molhada’, riu Andréa. Enfiaram o molho de urtigas na cona, folhas picantes a queimar as paredes. ‘Fode-te com isso, puta’. Eu contorcia-me, o prurido infernal, coçando por dentro sem poder. No cu, pior: dilatado com três dedos babados, o feixe preso por cordão pendurado entre as pernas. Depois, o sexo. Andréa sentou na minha cara, cona encharcada no meu nariz. ‘Lambe, enquanto eu te fodo’. Dedos na minha cona ardente, punhetas rápidas, eu a gozar gritando no cu dela. Rápido, urgente – ‘Veste-te em 10 minutos, o teu marido espera’. Beijos molhados, tetas roçando, suor e cheiro de sexo por todo o lado.
Voltei a Lisboa às 22h, pernas moles, cona ainda a arder docemente. O João dormia no sofá, TV ligada. Beijei-o na testa, ‘Reunião cansativa, amor’. Ele sorriu, sem desconfiar. Tomei banho rápido, água a acalmar o picor, mas o cordão imaginário ainda balança na minha mente. Deito-me ao lado dele, mão no pau mole dele, mas penso na Andréa. Culpa? Um bocadinho, sim. Mas o frisson… ai, o frisson de ser a advogada certinha e a vadia das urtigas. Amanhã, tribunal de novo. Quinta? Já conto os dias. Esta dupla vida é o meu vício.