Eu sou a Ana, 35 anos, casada há 10 com o Miguel, um tipo certinho, engenheiro. Trabalho num escritório em Lisboa, reuniões, relatórios, vida organizada. Ninguém imagina que, duas vezes por semana, eu minto. Digo que vou à ginástica ou a um curso. Na verdade, vou ter com o Nuno, o meu amante. Ele é arquiteto, olhos que me devoram. Ontem foi mais uma vez. Saí do trabalho às 17h, coração a bater forte. A aliança no dedo esquerdo brilha, mas eu ignoro a culpa. É o risco que me molha.
Cheguei ao apartamento dele no Chiado. Luzes baixas, música suave, um luth e flauta oriental que me hipnotiza. Visto uma saia leve, top justo. Começo a dançar para ele, como sempre. As minhas ancas balançam devagar, cabelo castanho ondulado a cair nas costas. Os olhos dele fixos em mim: nos meus seios que suam, na barriga que rola, nas coxas que tremem. Sinto o olhar a queimar. ‘Estás linda, ensorceladora’, murmura ele. Eu sorrio, mas por dentro… Meu Deus, e se o Miguel descobre? Mas isso só me excita mais.
O Segredo que Me Consome: Entre o Casamento e o Desejo
Os olhares cruzam-se, cheios de desejo e vergonha. Ele não aguenta, levanta-se. Dançamos juntos, corpos a roçar. As minhas mãos nos ares, ele agarra-me a cintura. Sinto a ereção dele contra mim. ‘Quero-te tanto, Ana’, sussurra no meu ouvido. Eu tremo. ‘Sou tua… mas rápido, tenho de voltar antes do jantar.’ Beijamo-nos, línguas urgentes. As mãos dele no meu rabo, apertam forte.
Ele desata-me o top. Os meus seios saltam, mamilos duros, suados. Ele chupa-os, morde suave. Eu gemo baixo. ‘Cuidado, as vizinhas…’ Mas empurro-o para o sofá. Desço a saia, fico nua. Coxas abertas, ajoelho-me no sofá, cambrando. Mostro-lhe tudo: a minha cona depilada, lábios castanhos inchados, o cu apertadinho a pulsar. Ele ajoelha-se atrás, língua na minha racha. Lambe devagar, do clitóris ao períneo. ‘Estás tão molhada, safada casada.’ Eu gozo rápido na boca dele, corpo a tremer.
Viro-me, desabotoo-lhe as calças. O caralho dele salta, grosso, veias inchadas. Chupo o grelho, engulo até à garganta. Ele geme: ‘Assim, puta secreta.’ Deito-me nele, 69. Lambe-me o cu enquanto eu mama o pau. Dedo no meu cu, língua na cona. Gozo outra vez, molhando-lhe a cara.
A Explosão de Prazer: Sexo Cru e Urgente Antes de Voltar
Não aguento mais. Monto-o. A cona engole o caralho até ao fundo. ‘Fode-me forte, Nuno!’ Cavalguei, ancas a bater, seios a saltar. Ele agarra o rabo, enfia um dedo no cu. ‘Vou gozar!’, grito. Tremi toda, cona a apertar-lhe o pau.
Ele vira-me de costas, pernas no ar. Enfia na cona, depois roça o cu. ‘Queres no cu, casada?’ ‘Sim, inunda-me o cu!’ Empurra devagar, o anel abre. Dor boa, depois prazer puro. Fode-me o cu rápido, mão no clitóris. ‘Goza dentro!’ Ele explode, jorra quente no meu cu. Grito baixo, gozando com ele.
Retiro-me devagar, esperma a escorrer. Limpamo-nos às pressas. ‘Amo-te, mas é o nosso segredo’, diz ele. Eu visto-me, aliança de volta ao dedo. Saio, pernas bambas, cona e cu latejando. Chego a casa, Miguel beija-me: ‘Boa ginástica?’ Sorrio: ‘Sim, suada.’ Janto normal, mas por dentro… o fogo arde. Amanhã, mais um dia certinho. Mas já penso na próxima dança. Este segredo é a minha droga. Culpada? Um pouco. Excitada? Demais. 612 palavras.