Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, gerente de banco em Lisboa. Vida perfeita: casa em Cascais, dois filhos, yoga às manhãs, jantares em família. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. Esta semana, disse ao João que ia a um curso em Faro. Mentira. Queria as dunas da Costa da Caparica, aquele paraíso nudista onde ninguém me conhece.
Meu coração batia forte no carro, a aliança brilhando no dedo enquanto acelerava. ‘E se alguém de Lisboa me vê?’ Pensava, mas a cona já latejava. Cheguei ao fim da tarde, despi tudo atrás de uma duna. Areia quente nos pés, sol queimando a pele. Andava nua, seios balançando, à procura. Vi um casal: ela, Helvia, tetas enormes, bronzeadas, 95D fáceis, ele loiro, alto, pau meia-bomba. Sorri para eles, mas fingi esperar alguém. ‘Não, obrigada’, disse quando ela perguntou se queria brincar. Idiota! Depois um asiático sozinho, corpo liso, pau escuro endurecendo. Ele sorriu, eu me aproximei. Coração na garganta.
O Segredo que Começou com uma Mentira Inocente
Ele pegou na minha mão, guiou para o pau dele. Eu agarrei, quente, veia pulsando. ‘Queres chupar?’, murmurou em inglês ruim. Ajoelhei na areia, lambi o pré-púcio, salgado de suor. Engoli o caralho todo, bolas no queixo. Ele gemia baixo. Mas ouvi vozes… o casal! Eles assistiam, ele com pau duro. Helvia: ‘Queres continuar connosco? Não esperas ninguém agora, pois não?’ Neguei com a cabeça, excitada. A aliança roçava a coxa dele enquanto o mamava.
Helvia mandou: ‘Chupem-me as tetas, os dois.’ Lambi os mamilos duros, ela cheirava a sol e mar. ‘Adoro ver o meu homem chupar paus’, confessou. Ele mamou o meu asiático, eu o pau dela… não, o dele. Troca rápida. O asiático fugiu depois de me foder o cu rápido – preservativo, língua no cu primeiro, dor boa misturada com prazer. ‘Entra, fode-me!’, pedi. Ele bombou, eu gozei gritando baixo, cona escorrendo.
O Encontro nas Dunas: Foda Rápida e Arriscada
Agora o casal. Helvia de quatro: ‘Fode-me o cu, amor, enquanto ele te mama.’ Não, espera: eu deitei, Helvia sentou na minha cara, cona molhada pingando. ‘Lambe, vadia.’ Lambi o clitóris inchado, ela mijava um pouco, salgado quente na boca. O loiro enfiou o caralho na minha cona, forte, urgente. ‘Vai, fode esta casada!’, ria Helvia. Ele bombava, bolas batendo, eu apertava com os músculos. ‘Estou a gozar!’, gritei. Ele puxou fora, gozou nas minhas tetas, quente jorrando. Helvia mijou no pau dele, eu lambi tudo. Rápido, 10 minutos, mas intenso. Areia no cu, suor misturado.
Eles deram-me um ‘convite’ para jantar. ’20h, no restaurante X.’ Voltei ao hotel, duche rápida, aliança lavada mas segredo intacto. Jantei sozinha, mas a empregada… Helvia! ‘Queres sobremesa?’, piscou. Beijámo-nos no quarto de serviço, dedos na cona dela. ‘Volta amanhã.’ Conduzi para casa de madrugada, cona dolorida, sorriso culpado. João dormia, beijei-o. Amanhã, rotina. Mas lembro o cheiro de porra nas dunas, o risco de ser apanhada. Gozo só de pensar. Esta dupla vida… vicia.