A Minha Dupla Vida: A Foda Proibida com o Lavrador no Alentejo

Sou a Ana, 38 anos, advogada em Lisboa. Vida impecável: marido fiel, dois filhos, casa na cidade, tailleur e saltos altos no escritório. Toda a gente me vê como a senhora perfeita. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o segredo, o risco de ser apanhada. O coração aos pulos, a aliança no dedo a roçar na pele dele. É isso que me faz gozar como uma puta.

Férias no Alentejo, gîte rural alugado para descansar do stress. O João, meu marido, exausto do trabalho, adormeceu cedo. Eu? Saí a passear sozinha pelo caminho sombreado, junto aos prados com vacas e cavalos. O ar fresco, o ribeiro a cantar ao fundo. Parei na margem, deitei-me na erva, sentindo o sol filtrado pelas árvores. O coração já acelerado, pensando no Zé, o dono do gîte. Um lavrador rústico, corpo forte, mãos calejadas, olhos que me devoram desde que chegámos.

A Rotina Perfeita e o Chamado do Proibido

Ouvi relinchos. Do outro lado do ribeiro, o Zé lutava com o garanhão, Romão. O bicho excitado, a picha enorme a balançar entre as pernas traseiras. Meu Deus, uns 70 cm de grossura animal. O Zé viu-me, acenou, guiou o cavalo para perto. ‘Ele vai foder uma égua hoje’, disse com um piscar de olho. Eu ri, corada, mas os olhos fixos naquela picha. ‘Nunca vi uma assim’, murmurei. Ele riu: ‘Nós, humanos, somos parvos ao lado.’ O meu cu contraiu-se só de imaginar. Voltei para casa, mas o desejo latejava.

Noite no quarto, o João dorme. Eu molhada, tocando-me devagar. ‘Amanhã’, penso. ‘Vou arriscar.’ De manhã, digo ao João que vou caminhar. Ele nem suspeita. Vou direita à estrebaria. O Zé lá está, suado, a limpar. ‘Sabes que és casada?’, pergunta, vendo o anel. ‘Sim, mas o meu cu precisa de ti.’ Ele não hesita. Puxa-me para dentro, cheiro a feno e suor. Beija-me com força, mãos na minha saia, rasgando as cuecas. ‘Puta casada’, rosna, mordendo o pescoço.

O Sexo Selvagem e o Regresso ao Disfarce

Empurra-me contra a manjedoura, de quatro. Ergue a saia, cospe no cu. O dedo entra seco, dói bem, eu gemo: ‘Mais, fode-me o cu!’ Ele ri, baixa as calças. A picha dele, grossa, veiada, 20 cm de pau lavrador. Lubrifica com cuspe da minha cona pingando. ‘Vais levar tudo, vadia.’ Empurra devagar, a cabeça abre-me o cu. Sinto rasgar, queimar, mas adoro. ‘Ai caralho, estás apertada!’ Ele dá uma estocada funda, eu grito abafado. O coração explode, penso no João a acordar, no risco.

Fode-me brutal, mãos nas ancas, unhas cravadas. A aliança brilha enquanto aperto o feno. ‘Gostas do pau do lavrador no teu cu de senhora?’, pergunta. ‘Sim, fode mais forte, enche-me de porra!’ Ele acelera, bolas a bater na cona. Eu froto o clitóris, gozo primeiro, o cu a pulsar no pau dele. Ele urra, goza dentro, porra quente a escorrer pelas coxas. Rápido, urgente, 10 minutos de foda selvagem. Limpo-me com palha, saio a correr, pernas a tremer.

Volto, o João pergunta se vi os cavalos. ‘Sim, lindo’, sorrio, sentindo a porra a pingar nas cuecas. No banho, toco o cu inchado, excitada com o segredo. Ele nunca saberá. Esta dupla vida… o marido à mesa, o cu fodido pelo lavrador. Amanhã repito. O risco é o meu vício. Gozo só de pensar.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *