A Minha Dupla Vida: A Foda Proibida no Prédio ao Lado

Sou a Ana, 35 anos, casada há 10 com o Pedro, advogado como eu. Vida perfeita: casa em Lisboa, dois filhos, jantares em família. Mas hoje… puta que pariu, o coração ainda me bate forte. No elevador do prédio do consultório médico, cruzei-me com o João. Alto, músculos definidos, olhos verdes que me devoram. Ele sorriu, notou o meu vestido justo, a ereção dele… não, espera, o volume nas calças dele. ‘Precisas de ajuda?’, disse, metendo-me o cartão no decote. Eu, com a aliança a brilhar no dedo, pensei no Pedro à espera do jantar. Mas o tesão veio do nada, como uma picada. Desci, mas subi ao apartamento dele. Risco total. ‘Só cinco minutos’, menti a mim mesma.

Toquei à campainha. Coração na garganta. Ele abriu, sorriso maroto. ‘A gata do elevador. Entra.’ Sentei no sofá, pernas a tremer. ‘Um copo?’, insistiu no ‘copo’, piscando. Bebi devagar, sentindo o calor subir. ‘Vejo-te sempre aqui. Vens ao médico?’ Quis dizer que o velho doutor virou uma morena sexy, mas calei-me. Ele sentou-se à frente, pernas abertas. ‘Tens um rabo de puta. E essa aliança… casada e safada?’ Corei. ‘Nunca fiz isto.’ Ele riu. ‘Despi-te, relaxa.’ Hesitei. Ele tirou a camisola, calças. Pica meia-dura, depilada, perfeita. Olhei, hipnotizada. ‘Gostas?’ ‘Sim… bonita.’ Tirei o vestido, sutiã, cuecas. A aliança fria contra a pele quente dele quando me tocou a coxa. ‘Bandida casada.’ Beijou-me o pescoço, língua no meu mamilo. Deitei-me, ele chupou-me a cona, dedos no cu. ‘Molhada que se fode.’ Levantei as pernas, ofereci tudo. Língua no cu, dedo a foder devagar. ‘Vai entrar?’, gemi. Ele cuspiu na pica, encostou ao buraco. Devagar, entrou. ‘Caralho, apertadinha.’ Doeu no bom, depois prazer puro. Fodia-me forte, mão na minha pica… não, no clitóris. ‘Vais gozar, safada?’ Gozei gritando, cona a pulsar. Ele acelerou, ‘Aliança no dedo e cu cheio de pica.’ Encheu-me o cu de porra quente. Saímos para a ducha, água a correr. Ele ajoelhou-se, mamou-me a cona outra vez. Gozei na boca dele. Depois, virei-o, sabão no cu dele. ‘Agora eu.’ Meti dois dedos, ele gemeu. Pica dele endureceu. Mas urgência: ‘Tenho de ir.’ Vesti-me rápido, porra a escorrer na coxa.

O Chamado do Desejo no Elevador

Saí, elevador outra vez. Cheguei a casa, Pedro: ‘Demoraste, tudo bem?’ Sorri, ‘Trânsito.’ Jantei, beijei os filhos. De noite, no quarto, Pedro dorme. Toquei-me, sentindo o cu dolorido, porra seca. Aliança no dedo, cheiro dele na pele. Culpa? Pouca. Tesão? Imenso. Amanhã volto ao prédio. Quem sabe o João tem amigos. A minha vida dupla: senhora de dia, puta de segredo. Adoro o risco.

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