Eu sou a Maria perfeita. Advogada em Lisboa, casada com o João há dez anos, dois filhos na escola. Todo mundo me vê como a esposa dedicada, a mãe exemplar. Mas… ai, meu Deus, tenho uma vida dupla que me deixa louca de tesão. O Miguel, meu amante há seis meses. Ele é o irmão do meu melhor amigo, alto, musculado, caralho enorme. Nos encontramos em segredo, sempre no limite. Hoje… hoje foi insano. O coração batia forte no peito enquanto dirigia pra piscina coberta da casa de praia dele. ‘Só meia hora’, eu disse pra mim mesma. O João acha que tô numa reunião de trabalho. A aliança no dedo esquerdo brilha no volante, me lembrando o risco. Se ele soubesse… Mas é isso que me molha. O proibido.
Cheguei suada, nervosa. Ele já tava lá, nu na água rasa, pau meia-bomba flutuando. ‘Vem, Maria, tá na hora’, murmurou com voz rouca. Hesitei no degrau. ‘Miguel, minha família pode ligar a qualquer momento. Tenho que voltar pro jantar.’ Ele riu baixo, veio até a borda, mãos fortes me puxaram. Beijei ele com fome, língua enroscando, sentindo o cheiro de cloro e macho. A aliança roçava na pele dele, fria contra o calor. ‘Tira isso’, disse ele, chupando meu pescoço. ‘Não… me excita mais assim.’ Desci o short jeans devagar, calcinha encharcada. Entrei na água nua, peitos balançando, buceta latejando. Ele me encostou na parede da piscina, água morna batendo nas coxas. ‘Tá pingando, puta casada’, sussurrou no ouvido, dedo enfiando no meu cu por trás.
A Rotina Falsa e o Desejo que Me Queima
A tensão explodiu. ‘Me fode agora, rápido’, implorei, voz tremendo. Ele me virou de costas, pau duro como pedra roçando minha bunda. ‘Olha tua aliança brilhando enquanto eu te arrombo.’ Empurrou de uma vez, caralho grosso rasgando minha buceta. ‘Ahhh! Devagar… não, mais forte!’ Gritei baixo, mordendo o lábio. Água chapinhava urgente, ele bombava ritmado, bolas batendo na minha pele. Senti cada veia pulsando dentro, esticando minhas paredes. ‘Tua boceta é minha, não do teu corno’, grunhiu, mão apertando meu clitóris. Gozei primeiro, pernas tremendo, unhas cravando na borda. ‘Porra, Maria, aperta assim!’ Ele acelerou, fodendo como animal, água espirrando. ‘Vou encher teu cu de porra pra levar pro marido.’ Virou pro anal, cuspiu no buraco, enfiou fundo. Dor e prazer misturados, eu gemia abafado: ‘Sim, goza dentro, me marca!’ Ele explodiu, jatos quentes inundando meu intestino, corpo colado no meu, ofegante.
Saí da água trêmula, porra escorrendo pelas coxas misturada com cloro. Limpei rápido com a toalha dele, vesti a roupa amarrotada. ‘Vai, amor, mas volta logo’, disse ele, beijando minha boca inchada. Corri pro carro, coração na garganta, cheiro de sexo grudado na pele. Cheguei em casa a tempo, sorriso falso pra família. ‘Reunião ótima, amor’, menti pro João, sentando à mesa. Senti a porra dele pingando na cadeira, quente e pegajosa. Enquanto comia o jantar, ria das piadas das crianças, pensava no risco. Ninguém sabe. Sou a boa esposa… mas por dentro, uma vadia viciada no segredo. Amanhã? Já quero mais. Essa dupla vida me consome, mas foda-se, o tesão vence sempre.