Minha Dupla Vida: Casada e a Foda Secreta com a Rececionista

Sou a Ana, 42 anos, casada com o Miguel há 15, gerente numa empresa aqui em Lisboa. Vida perfeita de fora: casa arrumadinha nos subúrbios, jantares em família, aliança a brilhar no dedo. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Tudo começou com a Carla, a rececionista. Ela é jovem, 28, lésbica assumida, corpo miúdo mas curvas que me deixam a cona a pulsar. Eu bi, mas o Miguel acha piada à minha bissexualidade, desde que eu conte tudo. Com a vizinha Inês é assim, mas com a Carla? É segredo puro, adrenalina no máximo. Não conto, não posso. O risco de ele saber, ou pior, de alguém na empresa apanhar…

Ontem, fim de tarde, o coração batia-me forte no peito. Liguei-lhe: ‘Carla, sobe ao meu gabinete, 16h30. Matéria urgente.’ Ela sabe o que significa. Eu, de saia lápis apertada, camisa branca colada aos seios, sem sutiã, cuecas já húmidas. O Miguel telefonou a meio: ‘Amo-te, chegas cedo?’ ‘Sim, amor, só mais uma hora.’ Mentira. A aliança pesa no dedo enquanto penso na língua dela na minha cona. Sento-me, pernas a tremer, o cheiro do meu tesão já no ar. Bato à porta? Não, ela entra direta, olhos famintos, minissaia de couro, top transparente, mamilos duros.

O Segredo que Me Consome

Ela fecha a porta, tranca. ‘Ana, estás molhada por mim?’ Eu gemo baixo: ‘Vem ver.’ Ela ajoelha-se entre as minhas pernas, levanta a saia. ‘Nada por baixo? Puta casada.’ Tira as cuecas dela, atira para mim. Cheiro a mel. Eu lambo, salgado-doce. Ela ri: ‘Prova o que queres.’ Afasta-me as pernas, língua direta no clitóris. ‘Ahh, caralho, Carla…’ Coração aos saltos, se alguém bater? Ela chupa forte, dois dedos na cona, bombeia rápido. ‘Estás a escorrer, Ana. O teu marido sabe que gozas assim?’ Eu agarro-lhe o cabelo: ‘Cala-te e fode-me.’ Ela insere terceiro dedo, estica-me, o som molhado enche o gabinete. Viro-me, deito no sofá, rabo ao alto. ‘No cu, agora.’ Ela cospe, dedo no meu buraco apertado. ‘Queres o meu dedo no cu de casada?’ Enfia devagar, eu empurro contra. A aliança roça o sofá, lembro o Miguel, culpa misturada com fogo. Ela lambe a cona enquanto me dói o cu, prazer insano. ‘Goza, vadia.’ Eu rebento, jatos na cara dela, corpo a tremer, grito abafado na almofada.

O Prazer Proibido no Escritório

Ela vira-se: ‘A minha vez.’ Eu atiro-a para o sofá, rasgo o top, mordo mamilos pequenos e duros. ‘Pequena puta lésbica.’ Dedos na cona dela, apertadinha, lambe-me os dedos: ‘Mais, fode-me forte.’ Chupo o clitóris, enrolo a língua, ela arqueia. ‘Ana, a tua boca… melhor que qualquer fêmea.’ Meto dois dedos no cu dela, bombeio, ela goza gritando baixo, corpo convulso, mel escorrendo-me pelo queixo. 17h, apanhamos o fôlego, limpamos com lenços, beijos rápidos.

Saio do gabinete, pernas moles, cheiro a sexo no ar. No carro, aliança brilha, sorrio culpada mas excitada. Chego a casa, Miguel beija-me: ‘Boa noite, amor.’ Janto normal, mas entre as coxas lateja. No banho, toco-me pensando nela. O segredo é meu, a dupla vida alimenta-me. Amanhã no escritório, olhares cúmplices, risco eterno. Adoro isto. Sou casada fiel… e puta secreta. O coração acelera só de imaginar a próxima.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *