Sou a Maria, 38 anos, casada há 15, gerente num banco em Lisboa. Vida perfeita: marido amoroso, casa impecável, rotina certinha. Mas… ai, o segredo. A aliança no dedo esquerdo brilha como um lembrete culpado. Hoje, depois do expediente, mandei mensagem ao Pedro, o miúdo de 25 da manutenção. ‘Vem buscar-me à saída.’ O coração já acelerava. Ele chegou de moto, capacete na mão, sorriso maroto. Subi atrás, braços à volta da cintura dele, o peito dele contra as minhas tetas. O trajecto curto demais… Queria que durasse horas, sentir o vento, o calor do corpo dele, o sexo dele quase a roçar nas minhas pernas. Mas chegámos rápido ao quintal da casa dos pais dele, no subúrbio. Luz acesa no andar de cima. Merda. ‘Os teus pais…’, sussurrei, o pulso disparado. Ele riu baixo: ‘Não te preocupes, mãe.’ Beijámo-nos ali mesmo, feroz, línguas enroscadas, mãos dele nas minhas nádegas. A aliança fria contra a pele quente dele. ‘Vem’, disse eu, puxando-o para o fundo do jardim. O caravaneiro antigo, escondido entre o muro e o barracão. Ele meteu a mão pela janela do barracão, tirou as chaves. Olhos a brilhar. Entrei primeiro, escuridão total. Acendi a luz fraca de cabeceira. Cama grande ao fundo. Tirei os saltos, ele também. Deitei-me, pernas abertas, fingindo casual. Ele veio, abraçou-me forte. Silêncio pesado. Lembrei o strip no bar naturista ontem, os seios da outra miúda, o corpo dele nu. Ele riu: ‘A quê pensas?’ ‘Em ti… e nessa erecção aí.’ Toquei a braguilha dele. Dura como pedra. Ele gemeu, mão na minha saia.
A tensão rebentou. ‘Toca-me’, pedi, nervosa. Dedos dele na minha cona por cima da roupa, molhada já. Desabotoei a blusa, ele chupou os mamilos duros. Coração aos saltos, ouvia vozes lá em cima? Despi-me rápida, saia, cuecas floridas. Ele também: pau grande, torto, veias pulsantes. Peguei-lhe, pré-gozo a escorrer. ‘Gostas?’, ele perguntou. ‘Adooooro… mas rápido, tenho de voltar antes do meu marido acordar.’ Ele pegou no preservativo do casaco. Eu a quatro patas na cama, rabo empinado. ‘Assim… mete assim.’ Ele passou o pau na minha fenda, molhada, inchada. Aliança brilhava enquanto me masturbava. ‘Vai!’, gritei baixo. Ele empurrou devagar, esticou-me toda. Dorzinha boa, cheia dele. Comecei a mexer, para trás, cona a apertar o caralho dele. Ele gemia: ‘Estás tão quente, Maria…’ Acelerei, tetas a balançar, mão dele nos meus cabelos. Sentia o risco: porta aberta? Pais a descer? Isso excitava mais. Contraí a cona, massagei-o por dentro. Ele fodia mais forte, bolas a bater no meu clítoris. ‘Vou gozar!’, ele avisou. Eu já lá estava: ondas, pernas a tremer, gritei abafado no travesseiro. Ele explodiu, jatos quentes no preservativo, corpo colado ao meu. Suor, cheiro de sexo. Caímos exaustos.
O Segredo que Me Consome
Desliguei a luz, vesti-me a tremer. ‘Incrível… mas vai já.’ Beijo rápido, saí do caravaneiro, coração ainda louco. Corri pelo jardim, moto já ronca. Voltei a casa, marido dormia no sofá, TV ligada. Beijei-lhe a testa, aliança intacta. Deitei-me na cama, cona latejante, sorriso culpado. Amanhã sou a esposa perfeita, mas no fundo… esta dupla vida arde. O segredo guardado é o melhor orgasmo. Quero mais. Já.