Sou casada há dez anos, vida perfeita no papel: emprego estável em Lisboa, marido atencioso, casa impecável nos subúrbios. Mas por dentro… uff, queima. Há um ano, cruzei-me com o Pedro, um colega de projetos freelance. Ele notou-me, eu fingi indiferença. Mas o desejo cresceu no escuro. Mensagens codificadas, encontros rápidos em hotéis baratos. Eu controlo tudo: datas, horários, para não arriscar o meu mundo. Ele obedece, entrega-se. Adoro isso. O meu anel de casada brilha no dedo enquanto digito ‘sim’ às suas propostas loucas.
Era início de julho, férias a dias. Acordei com um bilhete no telemóvel, dele: ‘Amanhã, janto em minha casa. 20h. Traje correcto. Eu trato de tudo.’ Estranho. Os nossos rituais são rápidos, suados, sem jantar romântico. O coração acelerou. E se o meu marido chegasse cedo? Mas o formigueiro na cona já decidira. Passei a tarde às compras: saia lápis preta, blusa branca decotada, salto alto. Comprei uma cinta de couro fina, não para apertar a saia, mas para me sentir sexy, pronta para ele. O anel? Não tirei. Gosto do contraste.
O Convite que Abalou Minha Rotina
Cheguei ao apartamento dele no Chiado, pontual. Cheiro a guisado picante invadiu-me. ‘Finalmente! Champagne para celebrar o verão e este ano contigo’, disse ele, sorrindo. Brindámos, conversámos banalidades: o meu trabalho, planos de praia com o marido – minto com facilidade –, as férias dele sozinho. Ao sobremesa, gelado de baunilha, maracujá e pimenta do Timut, ele mudou o tom. ‘Gosto disto tudo. Este ano foste tu quem mandou, eu segui. Saí de uma fase má, queria só prazer sem dramas. Tu entendeste: dás-me o teu desejo sem me prenderes. Adoro que me deixes guiar-te para o risco.’ Parei a colher. ‘Eu… também adorei. Descobri esta fome. Tu fazes-me sentir viva, sem forçar nada. Gosto de te ver gozar por mim.’ Os olhos dele brilharam. A tensão subiu. O meu coração batia forte, a saia húmida entre as pernas.
A Explosão de Prazer no Quarto
Ele pegou na minha mão – o anel frio contra a dele quente – e levou-me ao quarto. Virou-se, rosto colado. Beijámo-nos pela primeira vez assim, devagar. Línguas enroscadas, mordidelas suaves. ‘Quero-te agora’, sussurrei. Roupa voou: saia, blusa, soutien. Peitos livres roçando o peito dele. Desci, beijei o pescoço, chupei mamilos duros. Ele gemeu. Ajoelhei, cona latejando. Peguei na pila dele, grossa, veiuda. Chupei devagar, bolas na boca, língua no cu. Cheiro dele: suor, homem. Ele puxou-me, 69 no chão. Boca na minha cona molhada, dedos no cu. ‘Estás encharcada, safada casada.’ Lamberam-nos mutuamente, ânus lambuzados de saliva e sumos. Subi, esfreguei a cona na pila dele. Clitóris inchado roçando a cabeça. ‘Fode-me.’ Ele guiou, entrou devagar. Quente, apertada. Cavalguei forte, unhas nas costas dele. ‘Mais fundo!’ Ondas crescentes, respiração rouca. Ele apertou as minhas nádegas, dedo no cu. Gozei primeiro, grito abafado – ‘Caralho!’ –, corpo a tremer. Ele não parou, fodeu mais, pila inchada. ‘Vem dentro!’ Segurei-o, cona a ordenhar. Gozou jatos quentes, enchendo-me. Orgasmo duplo, pernas moles, suor colado.
Acordámos enroscados, pila murcho ainda dentro. Ele já fora, bilhete: ‘Verão bom. Volta a 3 de setembro, 17h. Traje correcto.’ Vestime a correr, cona a pingar esperma, anel brilhando. Voltei a casa, marido a ver TV. ‘Jantar com colegas.’ Beijo na cara dele, cheiro a sexo no corpo. No banho, toquei-me, revivi. Culpa? Pouca. Excitação total. Esta dupla vida: dia dona de casa, noite puta secreta. Mal posso esperar pelo próximo risco.