Sou Ana, tenho 38 anos, casada há 15 com o João, um homem sério que trabalha na fábrica de cortiça aqui em Évora. De dia, sou a padeira dedicada: acordo às 5h, abro a padaria, sirvo os clientes com um sorriso modesto, jupe até aos joelhos, cabelo preso. Ninguém imagina… Mas por dentro, queimo. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. Em junho de 1967, chega o Édouard, um estudante de 20 anos de Lisboa, para estágio na fábrica Dumarez ali perto. O patrão, amigo do pai dele, pede-me para o alojar. ‘É um bom rapaz’, diz. Eu aceito, coração já a bater forte.
Ele chega de autocarro, alto, olhos vivos. Instalo-o no quarto da nossa filha que está com os avós. O João está em turno noturno, casa vazia. Mostro-lhe a casa, sinto o olhar dele nas minhas curvas. ‘Obrigado, Dona Ana’, diz, voz grave. À noite, após o jantar simples, subo para o banho. Água quente, fecho os olhos… Ouço a porta. Abro-os: ele ali, nu, pau duro como pedra. ‘Desculpa!’, gagueja. Eu, sem toalha, seios expostos, aliança a brilhar no dedo. ‘Entra, fecha a porta’, sussurro, culpada mas molhada já. Ele hesita. ‘Não devíamos…’, mas avança. O coração martela. Lá em baixo, a padaria fechada, mas vizinhos acordam cedo. Risco puro.
O Início do Segredo na Minha Vida Rangida
Tremo. ‘Vira-te’, ordeno, voz rouca. Seco-me depressa, peignoir solto. Ele agarra-me pela cintura, beija o pescoço. ‘Ana, és tão… mulher’. As mãos dele nas minhas nádegas, contrastando com a aliança fria. Deito-me na cama, pernas abertas. ‘Lambe-me’, peço, direta. A língua dele no meu clitóris, chupo o ar. ‘Assim, caralho, mais forte’. Gemo baixo, mão no cabelo dele. Molho toda, cheiro a desejo. ‘Agora o cu’, digo, virando-me de joelhos. Ele untou com creme da casa de banho. Dedo primeiro, devagar. ‘Dói?’, pergunta. ‘Não, fode-me o cu, rápido, antes que o João chegue’. Ele entra, pau grosso, devagar no início. ‘Que apertado, Ana…’. Eu aperto, sinto cada veia. ‘Mais fundo, fode-me como puta’. Ele acelera, bolas a bater, mão no meu clitóris. Gozo primeiro, corpo a tremer, ‘Ai, porra, sim!’. Ele explode dentro, jatos quentes no meu cu, gemendo no meu ouvido. Suado, urgente, 10 minutos de fogo.
Limpo-me depressa, visto a robe. ‘Vai para o quarto’, sussurro. Ele sai, eu desço à padaria, aliança no dedo, cheiro de sexo no ar. João chega às 6h, beija-me a face. ‘Bom dia, amor’. Sorrio, pernas moles, cu latejante. De dia, sirvo pão, converso com clientes, mas por dentro… o segredo pulsa. Ontem à noite, traí o marido no nosso teto. Hoje, caminho para a fábrica com o Édouard, fingindo normalidade. Ele pisca-me o olho. Culpada? Um pouco. Excitada? Demais. Esta dupla vida é o meu vício: a boa esposa e a puta secreta. Amanhã, mais. O risco? Mata-me de prazer.