Minha Dupla Vida: Casada e Apaixonada por um Segredo Proibido no Haras

Eu sou a Ana, 38 anos, casada com o Miguel há 12 anos. Ele é engenheiro, chega do trabalho às 19h, janta pronto, beijinho na testa. Vida perfeita em Lisboa, eu advogada num escritório chique, saltos altos, fatos impecáveis. Ninguém suspeita. Mas… eu tenho uma outra vida. Secreta. Com o Rui, 25 anos, instrutor num haras nos arredores. Conheci-o há meses, num passeio com amigas. Ele cuida dos cavalos, corpo forte de sol, mãos calejadas. Desde então, é adrenalina pura. Hoje, depois do almoço com clientes, o telemóvel vibra. ‘Vem já. Os cavalos estão sozinhos. Preciso foder-te.’ Coração dispara. Olho para a aliança no dedo, brilha no sol. Eu… eu devia ignorar. Miguel chega cedo hoje, pediu para cozinhar juntos. Mas a cona já pulsa. ‘Só 30 minutos’, penso. Saio do escritório, ‘reunião urgente’, minto à secretária. Dirijo como louca, mãos a tremer no volante. Chego ao haras, parqueio longe. Ele espera na entrada dos estábulos, sorriso safado. ‘Ana… atrasaste-te.’ Eu: ‘Rui, é perigoso. Alguém pode ver.’ Ele ri, puxa-me pela mão para dentro. Cheiro a feno, cavalos relincham ao fundo. Meu coração bate tão forte que dói no peito.

Ele encosta-me à parede de madeira áspera, beija-me com fome. ‘Senti falta desta boca.’ As mãos dele sobem a saia, rasgam as collants. Eu gemo baixo, ‘Rui, rápido… tenho de voltar.’ Ele abre a braguilha, o caralho salta duro, grosso, veias inchadas. Eu agarro, sinto pulsar. ‘Porra, estás tão molhada.’ Dedos dele na cona, chapinhando na baba. Eu abro as pernas, ele levanta-me uma, enfia de uma vez. ‘Ahhh! Devagar…’ Mas não, ele martela forte, bolas batendo no cu. A aliança roça a pele suada dele, contraste louco. ‘Gostas do risco, safada casada?’ Eu: ‘Sim… fode-me mais.’ Ele vira-me, de quatro contra a parede, mete no cu sem aviso. Lubrificado pela cona, entra fundo. Eu mordo o lábio para não gritar, cavalos agitam-se. ‘Vou gozar dentro de ti.’ Ele acelera, mão no clitóris, eu venho primeiro, pernas tremem, esguicho no chão de palha. Ele grunhe, enche-me o cu de porra quente, jorros grossos. Saímos pingando, ele limpa-me com a camisola dele. ‘Volta depressa, amor.’ Eu ajeito a saia, collants rasgadas no bolso.

A Rotina Impecável e o Desejo que Me Consome

Volto a casa a 120km/h, cheiro a sexo no carro. Chego, Miguel abre a porta: ‘Onde estavas?’ ‘Cliente chato, atrasou.’ Beijo-o, sinto a porra escorrer devagar na coxa. Ele nada nota, janta pronto. De noite, na cama, ele dorme, eu toco-me pensando no Rui. Culpada? Um pouco. Mas excitada pra caralho. Esta dupla vida… é o meu vício. Amanhã, talvez mande mensagem outra vez. O segredo guardado arde em mim, delicioso.

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