Minha Dupla Vida: A Foda Proibida no Escritório Antes de Voltar para Casa

Eu sou a Sofia, 36 anos, casada há 12 com o Miguel, dois filhos, gerente de contas num banco em Lisboa. De fora, sou a mulher perfeita: saias justas, cabelo apanhado, aliança brilhando no dedo, sorrisos educados nas reuniões. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Tenho uma ligação secreta com o Ricardo, o meu colega de departamento. Ele é casado também, alto, olhos pretos que me despem. Começou há meses, olhares no elevador, mensagens codificadas. Adoro o risco, o coração aos pulos, saber que posso ser apanhada a qualquer momento.

Hoje foi mais uma. Saí de casa de manhã, beijei o Miguel, disse que tinha reunião tardia. No escritório, tudo normal: relatórios, cafés, fingir concentração. Mas o Ricardo passou por mim na copa, roçou a mão na minha anca. ‘Quarto banheiro, 15h’, sussurrou. Meu cu apertou. Olhei o relógio, o coração martelando. Aliança no dedo, batom perfeito, e eu já molhada só de pensar no caralho dele.

A Rotina Perfeita e o Segredo que Me Consome

A tensão subiu o dia todo. Reunião com o chefe, eu a cruzar as pernas para não escorrer. Ele mandou email: ‘Vem depressa, cona gulosa.’ Mordi o lábio. E se alguém entra? E se o Miguel liga? Mas isso excita mais. Sou culpada, sim, mas puta que pariu, excitada como nunca. Vida rangée de dia, vadia à noite.

Às 15h, bati na porta do banheiro do andar vazio. Ele abriu, puxou-me para dentro, trancou. ‘Finalmente, Sofia. Estavas a matar-me.’ Beijei-o com fome, mãos no peito dele. Ele agarrou os meus seios por cima da blusa, apertou os mamilos duros. ‘Tira isso’, grunhiu. Desabotoei rápido, saia subida, cuecas de lado. Ele baixou as calças, caralho grosso, veias saltadas, cabeça vermelha. ‘Chupa’, disse. Agachei-me, meti na boca, lambi as bolas, chupei forte. Ele gemia baixo, mão no meu cabelo. ‘Vais gozar na minha cona, Ricardo. Rápido, tenho de voltar.’

A Foda Rápida e Intensa no Banheiro do Escritório

Ele ergueu-me, encostou-me à pia, pernas abertas. Dedos na minha cona raspadinha, já encharcada. ‘Molhada pra caralho, casada safada.’ Meti a aliança à vista, ele riu: ‘Com isso no dedo, hein?’ Enfiou dois dedos, fodi-me neles, gemendo. Depois, caralho na entrada, um empurrão só, até ao fundo. Ai, que delícia, esticando-me toda. ‘Fode-me forte’, pedi. Ele bombava, rápido, urgente, pa-pa-pa contra as minhas nádegas. Olhei o espelho: eu de blusa aberta, tetas a saltar, cara de puta, ele atrás a meter tudo. ‘Mais, caralho, mais!’ Gritei baixo. Ele tapou-me a boca, acelerou. Senti vir, cona a apertar, gozei tremendo, molhando o chão. Ele veio logo, jatos quentes dentro, enchendo-me. ‘Toma, puta.’ Saiu, esperma a escorrer pela perna.

Limpei-me às pressas, arrumei a roupa, beijei-o: ‘Até amanhã.’ Saí, pernas moles, cheiro de sexo no ar. No carro, para casa, coração ainda disparado. Cheguei, Miguel perguntou pelo dia. ‘Cansativo, amor.’ Fiz o jantar, ajudei as crianças nosTPC, deitei-me com ele. Mas por baixo das cobertas, toquei-me devagar, sentindo o esperma seco na cona. Ninguém sabe. Sou a esposa perfeita, a mãe dedicada. Mas sou a vadia do Ricardo, a que adora ser fodida em segredo. Esse contraste… miúda, excita-me tanto. Amanhã, mais. Não resisto.

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