Sou casada há dez anos, vida certinha em Porto. Trabalho numa empresa de contabilidade, chefe de departamento, sempre impecável. O meu marido acha-me a mulher perfeita: jantares em casa, yoga aos sábados, aliança a brilhar no dedo. Mas tenho um segredo que me faz bater o coração como uma louca. Chama-se Miguel, o estagiário novo, 25 anos, olhos castanhos e um sorriso que me derrete. Mandaram-nos os dois para um estágio em Lisboa, no sede da empresa. Ele sem carro, eu ofereci boleia. ‘Vou dormir em Lisboa’, avisei. ‘Tudo bem, mas partilhamos quarto para poupar, ok? Eu fico séria’, disse ele, corado. Aceitei. Problemas financeiros dele – órfão recente, cuida dos irmãos pequenos. Compatizei. No caminho, falámos horas. Chegámos cansados, hotelzinho barato perto do estágio. Uma cama só. Jantarzinho, passeio pela Baixa. De volta, ele vai para a casa de banho primeiro. Eu visto o meu pijama curto de renda, mas ponho cueca por baixo. Não confio 100%. Deito-me, boa noite. Ele sai do duche, só de cuecas. Bisinho no pescoço, adormeço.
Acordo de noite, calor infernal. Ele nu contra mim, braço no meu peito, mão a explorar. Suspiro. A minha aliança fria contra a pele quente dele. Paro a mão dele na cueca. ‘Não acordes’, penso. Adormeço de novo. Mais tarde, acordo com a mão dele no meu sexo molhado. Cueca fora, a dele também. Dedo dentro de mim, pau duro na minha mão. Ele dorme? Respiração pesada. Mas eu acordo primeiro de manhã. Ele finge dormir. ‘Tive calor’, diz, olhos abertos. ‘Eu também.’ Rimos nervosos. Toquei-lhe, ele tocou-me. Telefone toca – hora de trabalhar. Saímos sem mais.
O Segredo que Começou no Viagem de Trabalho
Dias depois, convido-o para saídas. Vamos a Espanha, fronteira. Ele para numa loja de lingerie em Badajoz. ‘Ajuda-me a escolher’, pede. Ofereço-lhe uma camisola vermelha sexy pelo aniversário dele. Fins de semana prolongados, repetimos: quarto partilhado, ‘respeita a minha intimidade’. Mas eu chego nua da duche, guio a mão dele para a minha cona molhada. ‘Confio em ti’, digo, enfiando o dedo. Ele geme. Dormimos assim, pau dele na minha mão.
A Explosão de Prazer e o Regresso à Rotina
Num fim de semana na costa alentejana, tudo explode. Hotel rural, um quarto. Após jantar e passeio, duche. Eu saio nua, depilada toda – surpresa para ele, lembro-me que ele gosta. ‘Tira-me isto’, peço da lingerie nova. Ele liberta os meus seios, chupa os mamilos duros. Mão na cona, dedo dentro, eu abro as pernas. ‘Quero-te dentro de mim’, sussurro. Deito-me, pernas abertas. Ele entra devagar, caralho grosso a abrir-me. ‘Vai mais fundo’, gemo. Ele fode-me lento, depois rápido. Sinto o coração aos pulos, medo do marido ligar. ‘Fode-me forte, mas rápido, tenho de voltar cedo.’ Ele acelera, bolas a bater no meu cu. Eu contraio a cona, massageio-o. ‘Vou gozar!’, grita. Eu venho primeiro, cona a pulsar, grito abafado na almofada. Ele enche-me de porra quente, fica dentro. Pausa, beijos. Tento de novo, chupo o pau semi-duro, mas paramos. Amanhã, mais turismo como se nada.
Volto a casa, marido beija-me, cena normal. Lavo a lingerie, guardo no armário. No trabalho, olhares cúmplices com Miguel. Ninguém sabe. O risco – ser apanhada – deixa-me molhada só de pensar. Culpa? Pouca. Excitação total. A minha dupla vida: senhora respeitável de dia, puta secreta de noite. Quero mais.