A Minha Dupla Vida: A Noite Proibida na Rotunda de Lisboa

Eu sou a Ana, 45 anos, casada há 20 com o João, dono de uma empresa estável. De dia, sou a gerente de uma agência imobiliária em Lisboa, sempre impecável no fato channel, aliança a brilhar no dedo, sorrisos profissionais para clientes. Ninguém imagina o que se passa por baixo. Mas eu tenho uma vida dupla. Adoro o risco, o coração a bater forte, o medo de ser apanhada. Ontem à noite… ai, ainda sinto o corpo a tremer.

Recebi o email dele na segunda: ‘Espero-te terça, na Rotunda, lado Turismo, 20h. Casaco bege. Vamos a uma expo de arte contemporânea, depois jantar só nós.’ O ‘só nós’ fez-me corar. Menti ao João: ‘Reunião de trabalho tardia, expo para networking.’ Ele nem piscou. Vesti o casaco bege, olhei-me ao espelho – a aliança reluzia, contrastando com a calcinha de renda preta que pus de propósito. Saí de casa com o coração na garganta, pernas a tremer de excitação. E se ele desconfiasse? E se me vissem?

O Segredo que Me Consome

Cheguei às 20h em ponto. Lá estava ele, alto, sorriso malandro, olhos famintos. ‘Boa noite, Ana?’ ‘Sim, és tu o Miguel?’ Troquei um envelope discreto – o meu ‘incentivo’ pelo serviço especial. Falámos no carro: ele elogia a minha agência, eu conto da rotina vazia apesar do casamento perfeito. Na galeria, fingimos interesse em pinturas modernas, mas os olhares cruzavam-se como faíscas. ‘Vamos jantar no Bairro Alto?’, disse ele. No restaurante chique, vinho tinto a aquecer, mãos a roçarem por baixo da mesa. ‘Queres o quarto no Hotel do Chiado?’, murmurou. ‘Sim, já.’, respondi, voz rouca. O relógio ticava – tinha de estar em casa às 23h.

No quarto, luz baixa, cama king size. Tirei o casaco, ele puxou-me para si. Beijámo-nos com fome, línguas a dançar. Senti a aliança fria contra a pele quente do peito dele. ‘Estás molhada para mim?’, sussurrou. ‘Toca para veres.’ Desabotoou a blusa, mamilos duros nos ares. Chupou-os com força, mordiscando, eu gemi alto. ‘Finge que não és casada, mas adoras ser a minha puta secreta.’ Ajoelhei-me, chupei o caralho dele, grosso, latejante, engoli até à garganta. Ele gemeu: ‘Boa, Ana, chupa bem.’

A Explosão de Prazer no Quarto de Hotel

Deitei-me, pernas abertas. Ele enfiou dois dedos na minha cona ensopada, ‘Estás a pingar, safada.’ Bombeou rápido, o terceiro dedo entrou, fodi-me nos dedos dele como uma louca. ‘Meta-o já!’, supliquei. Preservativo no sítio, penetrou-me de uma vez, fundo, enchendo-me toda. ‘Fode-me forte, Miguel, antes que o meu marido ligue!’ Ele acelerou, caralho a bater no meu útero, eu cravei unhas nas costas dele. Virei de quatro, rabo ao alto, ele agarrou-me os cabelos, palmadas nas nádegas vermelhas. ‘Grita, puta casada!’ ‘Sou a tua chienne, fode esta cona traidora!’ Masturbei o clitóris, orgasmo a explodir, ele gozou logo depois, gemendo o meu nome.

Ficámos ofegantes, suados. Ele lambeu-me devagar, saboreando o resto. Vesti-me a correr, beijo rápido: ‘Até à próxima, segredo nosso.’ Saí do hotel, pernas bambas, cona a pulsar. Cheguei a casa, João dormia. Deitei-me ao lado dele, aliança no dedo, cheiro a sexo ainda na pele. Sorri no escuro – o segredo guardado, a adrenalina a ferver. Amanhã sou a esposa perfeita, mas já penso no próximo email. Esta dupla vida… vicia-me.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *