A Minha Dupla Vida: Noite de Sodomia Secreta no Clube

Sou a Ana, 38 anos, casada há 15 com o João, advogado bem-sucedida em Lisboa. Vida perfeita: casa impecável, dois filhos, jantares de família. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Tudo começou num grupo online daqueles antigos, tipo MSN, só para libertinos. Chamava-me ‘A Engole Tudo’. Postava fotos minhas nua, a chupar caralhos, a levar no cu. O meu marido acha que sou a santa da casa, mas ele adora cheirar porra estranha em mim quando chego tarde.

Ontem, disse ao João que ia jantar com colegas do escritório. Ele nem piscou. Vestime com um casaco longo por cima de um vestido curtíssimo, sem cuecas, cona ao ar como sempre. O coração batia-me forte no carro, a aliança no dedo a brilhar no volante. ‘E se me virem?’, pensei. Mas isso excita-me mais. Cheguei ao clube antigo onde tudo começou, o mesmo de anos atrás, agora com nova gerência mas fama intacta.

O Segredo que Começa em Casa

Ele já lá estava, o Pedro, o único que se inscreveu no meu convite privado. Alto, forte, olhos famintos. Reconheci-o das fotos. ‘Sylvie? Não, Ana hoje’, disse eu, rindo nervosa. Bebemos no bar, falei da minha vida de merda certinha. ‘Gostas de quê?’, perguntei. ‘Sodomia e gozo na boca’, atirou ele. Meu Deus, o caralho dele endureceu na hora nas calças. ‘Vamos testar’, disse eu, apertando-o.

Subimos as escadas, eu à frente, sentindo o olhar dele no meu cu exposto sob o vestido. ‘Que rabo perfeito’, murmurou, apalpando. ‘É teu esta noite.’ Na alcova escura, glory hole ao lado, matelas no chão. Beijámo-nos com fome, mãos dele na minha cona ensopada. ‘Estás sempre assim?’, riu. ‘Quente para caralho, sim.’ Ele chupou-me a cona, língua no cu molhado pela minha tesão. Eu gabei o pau dele, 69, língua no cu dele pela primeira vez – nota mental: adoro rimming.

O Fogo no Clube e o Regresso Culpado

Ele gozou na minha boca, engoli tudo e cuspi parte no beijo. ‘Primeiro cumswap meu!’, pensei excitada. Chupei de novo até endurecer. Capote no pau, levrette: ‘Molha na cona antes do cu.’ Fodi a cona dele clop-clop, mas ele queria o cu. Dedos meus no cu para lubrificar com a minha molha. ‘Enfia já!’ Empurrei o cu contra ele, engoli o caralho todo. ‘Han! Mais forte!’ Puxei-lhe o cabelo curto, bati forte, couves no cu dele batendo na cona. Gritava: ‘Fode-me o cu! Despedaça-me!’

Suor a pingar, eu gozei esmagando o pau dele. Tirei o capote, ‘Goza na cara de puta!’ Jatos quentes no rosto, olhos, cabelo. Linda com porra a escorrer. Depois, show de pole dance lésbico no andar de baixo. Eu roçava o cu no pau dele, chupava no bar. ‘Quero mais cu’, sussurrei. No sofá do corredor, de joelhos: enfiei o pau no cu de novo, rápido, risco de alguém ver. Gozei a chupar, orgasmo só de sugar.

Hora de ir. Ele levou-me de carro, chupou-me no fim. Cheguei a casa, porra seca na cara. João cheirou: ‘Boa noite no escritório?’ Sorri, coração a mil. ‘Sim, amor.’ Tomei duche rápida, mas o cheiro fica na memória. Amanhã volto ao trabalho, aliança brilhando, mas o cu a latejar. Este segredo… vicia. Quero mais risco, mais porra. Sou a puta escondida na senhora perfeita.

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