Acordei na cama dele, o sol ainda tímido pela janela. Sou casada há dez anos, vida impecável: marido amoroso, emprego estável num escritório em Lisboa. Mas aqui estou eu, nua, com o coração aos pulos. Ele entra com a bandeja: café, chá, torradas quentes, mel, compota. Como se fosse o meu homem. Sorri para mim, beija-me as pálpebras. Sinto a aliança no dedo roçar a dele. Culpa? Um pouco. Mas o tesão é mais forte. ‘Bom dia, minha estrela’, sussurra. Engulo em seco. Tenho de sair em uma hora, antes que o marido acorde e pergunte onde passei a noite. ‘Dormi na amiga’, minto sempre. Mas agora, o cheiro do mel desperta tudo.
Mergulho o dedo no pote, lambo devagar, olhos nos dele. Ele fica rígido, o pulso acelera. ‘Queres?’, pergunto, traçando o mamilo com o dedo pegajoso. Ele não resiste. Inclina-se, a língua quente no meu peito. Lambe, chupa, voraz. Arrepio-me inteira, suspiro fundo. A mão dele no outro seio, beliscando o mamilo duro. Meu Deus, o risco… e se o telefone tocar? Mas isso só me molha mais. Ele desce, dedo na compota, espiral no umbigo. Lambe, morde a barriga. Eu abro as pernas, implorando. ‘Lambe-me, por favor. Chupa a minha cona.’ Ele obedece. Sopro quente na minha boceta aberta, depois mergulha. Língua plana, subindo e descendo, bebendo o meu mel. Gemo alto, agarro os lençóis. Ele aspira o clitóris, dedos nas coxas. Sinto o orgasmo vir, contraio-me toda. ‘Não pares!’ Grito abafado, gozo forte, esmagando a cara dele entre as pernas. Ele sorri, cabeça no meu ventre.
O Segredo que Me Consome
Ainda ofegante, quero-o. Desço a mão, encontro a pila dura como pedra. ‘Agora sou eu.’ Deito-o de costas, acaricio devagar, aperto. Ele geme, olhos fechados. Lambo o peito dele, desço a boca para o mamilo. Mão ritmada, rápida. Vejo os músculos contraírem, os dedos dos pés encolherem. ‘Goza para mim.’ Ele arqueia, ruge baixo. Jatos quentes no ventre, na minha mão. Lambo tudo, o sabor salgado dele na língua. Perfeito.
O Regresso à Rotina com o Prazer na Pele
Chuveiro rápido. Saio nua, só toalha na cabeça. Ele devora-me com os olhos: mamas firmes, triângulo rapado, ancas redondas. Viro-me para o armário, sinto as mãos dele nas minhas nádegas. ‘Preciso de ti dentro de mim. Fode-me agora.’ De quatro no cama, abro-me, dedos na cona molhada. Ele aproxima-se, pila erguida. Eu recuo, empalo-me nele de uma vez. ‘Caralho, que cabra!’ Agarrou as minhas ancas, fode forte. Cada estocada bate nas minhas coxas, claques altos. ‘Mais forte, marca-me.’ Dedo no cu, entra fácil. ‘Gostas do meu dedo no teu rabo?’ ‘Sim, fode o meu cu com o dedo, vai!’ Ele acelera, pila inchada. Sinto-o pulsar. ‘Enche-me de porra!’ Gozamos juntos, eu tremendo, ele jorrando dentro. Caímos exaustos, mãos entrelaçadas.
Visto-me a correr, beijo-o uma última vez. ‘Volto na próxima.’ Saio, o carro para casa. O marido dorme, não desconfia. Cheiro dele na pele, porra seca nas cuecas. Coração ainda disparado. Culpa? Pouca. O segredo é o meu vício. Amanhã, serei a esposa perfeita. Mas no fundo, anseio o próximo risco. Esta dupla vida… é o meu fogo.