Sou a Maria, casada com o João há dez anos, vida certinha em Pointe-Noire, no Congo. Trabalho no sector petrolífero, volto para casa a horas decentes, faço jantares, sorrio para os vizinhos. Mas… há dias, no La Paillotte, cruzei-me com o Alban. Alto, pele escura, olhos que me devoram. Ele piscou-me o olho, eu sorri de volta. Prometi ligar. Em casa, o João nem sonha. ‘Trabalhas demasiado’, diz ele. Eu? Eu só penso no Alban.
Ontem, peguei no telefone. Dedos a tremer. Quase desisti mil vezes. Mas liguei. ‘Alô? Alban?’ A voz dele, suave. ‘Maria? A portuguesa sexy do restaurante?’ Ri-me, corada. Convidou-me para uma saída de barco, pesca ao grande. ‘Sábado, às oito, no La Paillotte.’ O coração batia forte. Menti ao João: ‘Saio com colegas do trabalho.’ Ele acreditou. Na noite anterior, falei com ele despida, só em casa. Imaginei os olhos dele em mim. Toquei-me devagar, os mamilos duros, a cona molhada. Amanhã… o risco.
O Segredo que Começa a Arder
Sábado chegou. Vestido leve, aliança no dedo a brilhar. No La Paillotte, Alban sorria. ‘Pronta para o mar?’ No carro para o porto, mão dele na minha coxa. Calor subiu. Chegámos ao barco. O patrón Jules, negro forte, Abdou magro e musculado, Léon baixinho e grosso. Olhares famintos. ‘Bem-vindos’, diz Jules. Partimos. Vento no rosto, saias a voar. Sentei-me com Alban atrás. Mão dele na perna, subindo. Senti a aliança fria contra a pele quente dele. ‘Gostas do risco, Maria?’ sussurrou. Sim. Deus, sim.
Na praia, paramos para nadar. ‘Maillot esquecido’, disse eu. Alban riu. ‘Nu então.’ Despi-me. Corpo nu, cona depilada, seios firmes. Eles olharam. Pulei para a água. Alban colou-se por trás, pila dura contra as minhas nádegas. Abdou à frente, roçando. Mãos nos meus seios, na cona. ‘Estás molhada, puta branca’, disse Abdou. Ri nervosa. Coração a mil. O patrón apitou: ‘Regras! Volta para bordo.’ Mas o desejo ardia.
O Sexo Selvagem no Barco
Alban levou-me para a proa. Sol a queimar. ‘Quero-te agora.’ Beijei-o, língua faminta. Mão dele na minha cona, dedos a foder devagar. ‘Tão apertadinha.’ Gemi. Ajoelhei-me, chupei a pila dele. Grossa, veias pulsantes, pré-gozo salgado. Ele gemeu: ‘Boa boca, Maria.’ Deitei-me, pernas abertas. ‘Fode-me.’ Entrou de rompante. Pila enorme a esticar-me. ‘Caralho, que cona gulosa!’ Bombeava forte, rápido. Aliança no dedo dele a roçar o meu clitóris. ‘Imagina o teu marido a ver.’ Gozei primeiro, cona a contrair, sumos a escorrer. Ele acelerou, grunhiu, gozou dentro, quente, cheio. ‘Toma o meu leite, puta casada.’
Depois, o regresso. Vesti-me depressa, corpo a tremer. No carro, beijo rápido. ‘Isto continua.’ Cheguei a casa, João dormia. Duchei, cona ainda latejante, esperma a escorrer. Deitei-me ao lado dele, mão na aliança. Culpada? Um pouco. Mas excitada. O segredo queima. Amanhã, ligo ao Alban. A dupla vida… adoro isto. O risco de ser apanhada? Faz-me molhar só de pensar.