Minha Dupla Vida: O Segredo Ardente com o Meu Chefe

Eu sou a Maria, 38 anos, casada há 12 com o Pedro, um engenheiro calmo e dedicado. De dia, sou advogada numa firma de prestígio em Lisboa, sempre impecável no fato channel, aliança a brilhar no dedo, sorrisos profissionais nas reuniões. A vida perfeita, não é? Mas… há três meses, comecei algo que me consome. O meu chefe, o Dr. Rui, um homem de 50 anos, maduro, com olhos que me despem. Tudo começou inocente: olhares no elevador, toques acidentais nos arquivos. Uma segunda-feira, após o expediente, ele guardou os papéis e eu… desabotoei a blusa. Mostrei-lhe os meus seios nus, firmes, os mamilos duros de nervoso. Ele só olhou, masturbando-se devagar. Senti o coração aos saltos, vergonha e um fogo entre as pernas. ‘Gostas?’, perguntei, voz trémula. Ele gemeu: ‘Adoro o teu cheiro, Maria.’ Não me tocou, mas eu saí encharcada.

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Semanas depois, ele pediu mais. ‘Levanta a saia.’ Fiz. Mostrei a calcinha rendada, preta. Ele cheirou o ar, ‘Que perfume de cona molhada.’ Envergonhada, mas orgulhosa, vi-o acabar na minha cueca que lhe dei. Levei a dele suja para casa, troquei só ao chegar, imaginando o marido a beijar-me sem saber. Culpa? Sim, mas o risco… ah, o risco me deixa louca. Toda segunda, o ritual: seios à mostra, calcinha para ele gozar dentro, eu saio sem nada por baixo, o cu nu roçando a saia enquanto dirijo para casa. Pedro nota-me mais excitada, fodo-o com fúria, mas penso no Rui.

O Início do Meu Segredo Proibido

Ontem… foi diferente. Ele mandou mensagem: ‘Preciso de ti agora, casa de banho do 3º andar.’ Corri, coração na boca, maquilhagem impecável, mas pernas tremendo. Entrei, tranquei. Ele já lá estava, pau duro fora das calças. ‘Tira tudo de baixo’, ordenou. Obedeci, calcinha molhada na mão dele. Ele cheirou-a, gemeu. Eu? Deitei-me na pia fria, pernas abertas. ‘Come-me’, supliquei. A língua dele na minha cona, lambendo o clitóris inchado, dedos abrindo-me. ‘Estás tão molhada, traidora casada.’ A aliança fria no meu dedo roçava o pau dele enquanto o masturbava. Urgência total: portas finas, colegas por perto. Ele levantou-me, virou-me contra a parede. ‘Vou foder-te rápido.’ O pau grosso entrou na minha cona encharcada, um só empurrão. ‘Ahhh, devagar!’, mas não, bombeava forte, mão na boca para não gritar. Senti os colhões batendo no cu, suor misturado, cheiro de sexo no ar. ‘Gostas de trair o teu marido?’, sussurrou. ‘Sim… fode-me mais!’ Virei a cabeça, vi o reflexo: eu, profissional, saia levantada, rabo ao alto, ele a martelar. Gozei primeiro, cona apertando, pernas moles. Ele puxou, ‘Na boca.’ Engoli o jato quente, salgado, lambi tudo, gotas no queixo.

Saí a arranjar a saia, calcinha suja no bolso dele, cona latejando, esperma na garganta. No carro, toquei-me discretamente, revivendo. Cheguei a casa, Pedro: ‘Como foi o dia, amor?’ Beijei-o com gosto de outro na boca. ‘Cansativo’, sorri. No duche, vi marcas vermelhas no rabo onde ele apertou. Jantamos, normalidade. Mas à noite, montei o Pedro selvagem, imaginando o Rui. O segredo arde em mim. Culpa? Pouca. Excitação? Infinita. Amanhã, outra segunda. Volto a ser a Maria traidora. E adoro esta dupla vida.

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