Sou a Ana, 34 anos, casada há 10 com o João, um tipo calmo, engenheiro. De dia, sou secretária numa firma em Lisboa, saias lápis, blusas discretas, aliança a brilhar no dedo. Ninguém suspeita. Mas… ai, o coração acelera só de pensar. Toda semana, invento uma reunião extra. ‘Volto tarde, amor’, digo, beijo-o na testa. Ele sorri, confia. Eu? Dirijo para Sintra, falésia isolada, o estúdio dele na quinta semi-enterrada. O Rui, o fotógrafo careca de barbicha, todo de preto. Encontrei-o por acaso, há meses, parada no topo da falésia, a pensar na vida vazia. Ele salvou-me do abismo, literal e figurado. Agora, é o meu vício. O risco de ser apanhada? Mata-me de medo… e excita-me mais.
Hoje, saí do escritório às 17h. Coração a martelar no peito. Olho a aliança, frio metal contra a pele quente. ‘Só mais uma vez’, penso, culpada. Mas o desejo queima. Chego à falésia, sol poente, vento nos cabelos. Ele espera, máquina na mão. ‘Entra, baby’, diz, voz rouca, imperativa. Sigo-o ao 4×4, pernas a tremer. No estúdio, cheiro a couro e flash. ‘Despe-te, experimenta isto’, manda, atirando lingerie preta rendada. Eu obedeço, como sempre. Espelho mostra uma estranha: seios fartos, cu apertado no fio dental. Maquilhagem pesada, olhos fumados. ‘Perfeita para a objectiva’, murmura, aproximando-se. Sinto o pau dele duro contra mim. ‘Rápido, tenho de voltar antes do jantar’, sussurro, hesitante. Ele ri: ‘Então, posa como uma puta.’ Coração explode. Tétos duros, cona já molhada.
A Rotina Perfeita e o Chamado Irresistível
No estúdio, spots quentes. Ele clica, eu ondulo, mãos nos seios, pernas abertas. ‘Mostra essa cona’, ordena. Abro as pernas, fio dental puxado, lábios inchados a brilhar. Ele larga a máquina, avança. ‘Não aguento.’ Puxa-me o body, rasga-o. Boca nos meus tétos, chupa forte, morde. Gemo, ‘Rui, devagar…’. Mas empurro a cabeça dele para baixo. Língua na cona, lambe o clitóris, chupa os lábios, enfia dois dedos, fodo-me neles. ‘Estás encharcada, casada safada.’ Levanto-o, desabotoo as calças. Pau grosso, veias saltadas, pré-gozo na ponta. Chupo, engulo até à garganta, bolas na mão. Ele geme, ‘Caralho, Ana…’. Deito-me na mesa, pernas no ar. ‘Fode-me agora.’ Ele entra de rompante, pau a rasgar-me, bolas a bater no cu. Bombeia forte, rápido, urgente. ‘Sente a aliança?’, rio nervosa, mão no peito dele. Ele agarra-me o cu, dedo no buraco. ‘Quero-te toda.’ Viro-me, de quatro. Pau na cona, depois no cu – devagar, lubrificado com a minha humidade. Dor boa, prazer louco. ‘Mais fundo!’, grito. Ele fode o cu, mão na cona, dedilha o clit. Gozo primeiro, contrações a apertar-lhe o pau. Ele explode dentro, porra quente a encher-me o cu. Ofegamos, suados, cheiro a sexo no ar.
Limpo-me depressa, banho rápido. Visto a roupa certinha, aliança de volta. ‘Volto na semana que vem’, beijo-o, molhada ainda. Dirijo para casa, cona a pulsar, cu latejante, porra a escorrer na cueca. Chego, João: ‘Jantar pronto, amor.’ Sorrio, ajoelho-me para o beijo. Sento à mesa, sinto o sêmen a vazar. Culpada? Um pouco. Mas excitada pra caralho. Amanhã, mais rotina. Mas o segredo? É meu, nosso. O risco mantém-me viva. Quem diria que a falésia me daria esta dupla vida?