A Minha Dupla Vida: O Sexo Proibido no Estacionamento Após o Jantar com o Marido

Sou a Maria, 38 anos, casada com o João há dez anos. Advogada numa firma conceituada no Porto, vida impecável: casa asseada nos subúrbios, jantares de família, yoga aos sábados. Ninguém suspeita. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. O Paulo, 25 anos, corpo de ginásio, pau enorme e insaciável. Nosso segredo começou há meses, mensagens quentes durante o expediente, fodas rápidas em motéis. Adoro o risco, o coração aos pulos, a aliança no dedo esquerdo contrastando com a mão dele a apertar-me as tetas.

Hoje, jantar com o João no restaurante da Ana, a gerente sexy que sabe tudo e cobre-me. ‘Vai ser calmo’, pensei. Mas quando cheguei, vi-o: Paulo, de braço dado com ela, rindo. Olhares cruzados. O meu coração disparou. Sentei-me à mesa com o João, mas os olhos traíam-me. Ele notou. ‘Estás distraída, Maria? Problemas no trabalho?’ Eu sorri, ‘Nada, amor, só cansada.’ Mas via a Ana sussurrar ao ouvido do Paulo, e ele a olhar para mim com aquele sorriso safado. A mesa deles bem em frente. Via os lábios dela roçarem o pescoço dele. O João começou a reclamar da minha ‘ausência’. ‘Sempre o mesmo, Maria!’ A tensão subiu. Eu só pensava no pau do Paulo endurecendo debaixo da mesa.

A Rotina Perfeita e o Desejo que Me Consome

O jantar acabou em discussão. ‘Vai-te embora se queres assim!’, atirei ao João. Ele saiu furioso, eu fiquei. Corri para o estacionamento. 22h40, ruas vazias, calor de verão. Vi o carro dele, escondi o meu num canto escuro mas com vista. Esperei, mãos a tremer. Minutos depois, Paulo e Ana surgem, abraçados. Ele beija-lhe o pescoço, mão na bunda. ‘Para, podem ver-nos!’, ela ri, mas abre as pernas quando ele enfia a mão por baixo da saia. Eu? Molhada já, a pulsar.

O Encontro Explosivo e o Regresso ao Meu Mundo Duplo

Não resisti. Saí do carro, aproximei-me. ‘Paulo…’, sussurrei. Ele virou-se, olhos a brilhar. ‘Maria? Aqui?’ Ana sorriu cúmplice e piscou: ‘Vão lá, eu distraio.’ Ele puxou-me para trás do carro dele, beijou-me com fome. ‘Foda-se, estás louca, o teu homem?’ ‘Cala-te e fode-me agora.’ Desabotoou-me a blusa, mamas ao ar, chupou os mamilos duros. A aliança brilhava à luz fraca do candeeiro. Baixei-lhe a braguilha: pau rígido, grosso, veias saltadas. ‘Chupa-me primeiro’, mandou. Ajoelhei no asfalto sujo, engoli-o inteiro, saliva a escorrer. Ele gemia baixo, ‘Assim, puta casada.’ Levantei-me, saia subida, cuecas de lado. ‘Mete já, rápido.’ Ele encostou-me ao carro, dedo no cu primeiro, lubrificando. ‘Queres no cu?’ ‘Sim, fode o meu cu agora.’ Empurrou devagar, doía bom, estiquei-me toda. Pau a entrar, centímetro a centímetro, até às bolas. Começou a bombar forte, mão na boca para eu não gritar. ‘Aaaah, Paulo, mais!’ O carro balançava, risco de alguém ver. Gozei primeiro, pernas a tremer, cu a apertar-lhe o pau. Ele acelerou, ‘Vou gozar dentro!’, e encheu-me, quente, jorros. Saíu, esperma a escorrer pelas coxas.

Limpei-me com lenços, beijei-o rápido. ‘Amanhã no motel.’ Voltei ao carro, mãos ainda a tremer. Liguei ao João: ‘Desculpa, amor, errei. Já vou.’ Cheguei a casa, ele à espera, abraçou-me. ‘Tudo bem?’ Sorri, ‘Sim, só stress.’ Deitei-me na cama dele, cu a pulsar com o esperma do Paulo dentro, aliança no dedo. Culpada? Um bocadinho. Mas excitada? Imensamente. Esta dupla vida… é o meu vício. Amanhã, mais.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *