Minha Dupla Vida: A Surpresa Proibida com Ele e as Mulheres

Eu sou Joana, casada há dez anos, diretora de uma agência imobiliária em Lisboa. De dia, sou a mulher perfeita: sorrisos falsos em reuniões, aliança brilhando no dedo, marido à espera em casa com o jantar pronto. Mas à noite… ai, à noite o desejo me devora. Tudo começou com a Patrícia, minha secretária. Depois de um fim de semana no mar, nos amamos como loucas. Ela me abriu para o mundo das mulheres, mas faltava algo. Faltava um homem. Uma pila dura, grossa, que eu pudesse chupar até o fundo da garganta.

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Na pausa do almoço, numa brasserie perto da agência, confessei: ‘Patrícia, adoro te lamber, mas preciso de uma bite. Uma cona é bom, mas um caralho…’. Ela sorriu maliciosa: ‘Deixa comigo. Vem ao meu apartamento sábado. Surpresa garantida’. Meu coração acelerou. E se o meu marido descobrisse? Mas o risco me molhava já.

O Segredo que Me Consome

Sábado, cheguei cedo, vestida com saia justa e blusa que realça os seios. Beijamo-nos na porta. ‘Onde está a surpresa?’, perguntei ansiosa. A campainha tocou. Era a Claudete, toda arranjada, com o namorado João no carro. Ele entrou com rosas, olhares que me despem. ‘A última vez que te vi nua na praia, foste irresistível’, disse ele. Meu rosto corou, a aliança pesava no dedo enquanto ele me olhava.

Vinho, conversa. Claudete contou: ‘Há uma hora, chupei-o até ele gozar tudo na minha boca’. E pronto, despiu-o. A pila dele, semi-mole, balançava nos tomates. Eu saliva. Patrícia me despiu devagar: blusa fora, saia no chão, soutien solto. Seios expostos, mamilos duros. ‘Vejam esta beleza’, disse ela. Sentei-me na poltrona, pernas nos braços, espelho à frente. Minha cona latejava, fio dental molhado, pelos a transbordar.

Claudete e Patrícia me tocaram: coxas, seios. Eu meti a mão na calcinha, dedos na cona, roçando o clitóris. ‘Olha como ela goza sozinha’, riram. João masturbava-se, pila engrossando. Levantei-me, ajoelhei. Peguei na pila mole, acariciei os tomates, passei a mão no cu dele – ele tremeu. Chupei o prepúcio, lambi de baixo a cima. Engoli até a garganta arfar. Elas nuas no chão, masturbando-se, olhando.

O Êxtase do Risco e o Retorno à Rotina

João me pôs na poltrona, pernas abertas para elas verem. Língua na cona, voraz. Gemi alto. Elas chupavam meus mamilos, mordiam. Gozei tremendo, gritando: ‘Chupem mais! Mordam!’. Corpo convulso, lágrimas de prazer. Claudete calçou-lhe preservativo, chupou o caralho duro. Eu a quatro patas. Ele entrou devagar, preenchendo-me. ‘Que cona apertada’, grunhiu. Fodia rápido, tomates batendo no clitóris. Eu lambia Patrícia, depois Claudete – conas raspadas, cheiros diferentes, clitóris inchados.

Ele acelerou, eu gemia na boca delas. Retirou-se, tirou o capote, meteu na boca. ‘Posso gozar aí?’. ‘Sim, enche-me!’. Contrações, jatos quentes na garganta, na língua. Guardei o leite, cuspi no lenço. Repouso, corpos suados.

Voltei a casa, cheiro de sexo no corpo. Marido: ‘Como foi o fim de semana?’. ‘Trabalho com a equipa’, menti, coração aos saltos. No banho, toquei-me lembrando a pila, as línguas. Culpa? Pouca. Excitação? Total. Esta dupla vida é o meu vício. Amanhã, mais um segredo. Quem sabe o que Patrícia planeia?

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