Sou a Ana, 38 anos, casada com o João há 12. Vida perfeita: casa em Lisboa, emprego como advogada num escritório chique, jantares em família, yoga aos sábados. Ninguém suspeita. Mas tenho um segredo que me consome. O Miguel. Conhecemo-nos na universidade, há anos. Ele era o tipo extrovertido, eu a tímida de óculos e cabelo preso. Agora, ele é consultor, eu casada. Começou com mensagens inocentes. ‘Lembras-te daquela dança no baile?’ E pronto, o fogo acendeu.
Hoje, o coração bate forte só de pensar. De manhã, beijo o João, ponho a aliança no dedo, saio para o trabalho. Mas no almoço, mando SMS: ‘Praia das Maçãs, 18h. 20 min só.’ Ele responde: ‘Não aguento mais esperar por ti.’ Culpa? Um bocadinho. Mas o risco… ai, o risco faz-me molhar as cuecas no metro. Imagino o João em casa, a preparar o jantar, enquanto eu fodo com outro. Adrenalina pura.
A Rotina Perfeita e o Desejo Escondido
Chego à praia, o sol poente pinta o mar de laranja. Ele está lá, encostado à falésia, calças de fato, camisa aberta. ‘Ana, estás linda. Mas essa aliança… excita-me.’ Puxa-me para trás das rochas, mãos no meu rabo. ‘Tens 20 minutos, amor. O João espera-me.’ Ele ri: ‘Melhor assim, fodo-te mais forte.’ Beija-me com fome, língua na boca, mão na cona por cima das collants. Sinto o pau dele duro contra a minha barriga. ‘Tira isso’, digo, ofegante.
Ele arranca-me a saia, rasga as collants. ‘Olha para ti, casada direitinha, mas a cona a pingar por mim.’ Deito-me na areia fria, pernas abertas. Ele baixa-se, lambe-me a cona devagar, chupa o clitóris. ‘Estás tão molhada, safada.’ Gemo alto, mas tapo a boca. Coração aos saltos, medo de alguém ouvir. ‘Meter agora’, peço. Ele enfia dois dedos, fodo contra a mão dele. ‘Não, o caralho.’ Levanta-se, abre a braguilha, pau grosso, veias saltadas. ‘Chupa primeiro.’ Obedeço, engulo até à garganta, saliva a escorrer. Ele geme: ‘Boa putinha secreta.’
O Encontro Rápido e Selvagem na Praia
Não aguento. ‘Fode-me!’ Ele vira-me de quatro, contra a rocha. Enfia de uma vez, fundo, rasgando-me. ‘Caralho, que cona apertada.’ Bomba forte, rápido, o rabo a bater nas coxas dele. Sinto a aliança fria no dedo enquanto agarro a pedra. ‘Mais forte, vai, antes que chegue tarde!’ Ele agarra os meus cabelos, puxa, fode como animal. ‘Gozas para mim, Ana? Imagina o teu marido a ver.’ Isso leva-me ao limite. Cona a contrair, gozo a gritar baixo, corpo a tremer. Ele acelera, ‘Vou encher-te de porra.’ Goza dentro, quente, a escorrer pelas pernas.
15 minutos. Limpamo-nos com as cuecas dele, que ele guarda como troféu. ‘Volta depressa, minha traidora.’ Beijo-o, saio a correr para o carro. Pernas moles, cona a pulsar, cheiro de sexo no ar. Chego a casa, João: ‘O trânsito?’ ‘Sim, amor.’ Janto, sorrio, mas por dentro… fico excitada só de lembrar. Amanhã, mais um dia ‘normal’. Mas eu sei: sou duas. A esposa perfeita e a puta secreta. E adoro isso. O segredo é o meu vício.