A Minha Noite Secreta com o Lenhador Ruivo

Eu sou a Maria, 35 anos, casada há dez com o João, dois filhos, advogada em Lisboa. Vida perfeita, né? Casa impecável, rotina de mãe e profissional. Mas por dentro… ai, por dentro eu queimo. Adoro o risco, o segredo que bate no peito como um tambor. Hoje, menti pro marido: ‘Reunião tarde no escritório’. Na verdade, ia levar um pastel de nata pra avó na aldeia perto de Sintra. Estrada de merda, escura, sem luz. Bum! Pneu furado. Paro, coração acelerado. Vejo faróis de um jipe. Desço, salto alto sujo de lama.

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— Tá mal, moça? — diz ele, alto, ruivo, uns 35 anos, braços grossos de lenhador. Chama-se Rui. Ri do meu carro velho. — Não anda mais hoje. Onde vai?

O Acidente e o Início do Segredo

— Quilômetro ali, casa da avó, na Quinta do Brejo. Mas… pode ajudar?

Empurra o carro comigo. Suor no ar, cheiro de terra molhada. Chegamos, mas avó? Viajou pra Algarve com o companheiro. ‘Mudei a fechadura por assaltos’, liguei pra ela. Frio, chuva fina. Olho pro Rui, aliança brilhando no dedo.

— Vem pro meu barracão. Amanhã removo.

Sorri. Aceito. Pé na poça, entro descalça, meias molhadas. Ele se ajoelha, seca meu pé com toalha. Toque quente, lento. Meu coração… pum-pum-pum. ‘Obrigada’, murmuro, voz tremendo. Ele avaro de palavras, mas olhos famintos. Noite fria, acordo de repente. Ele na varanda, fumando.

— Não dormes? — pergunto, robe solto.

— Vem cá — abraça por trás, corpo duro contra mim. Ereção crescendo nas minhas nádegas. ‘Não é Algarve, mas tu… gostas?’

O Fogo que Nos Consumiu

Viro, beijo. Lábios ásperos, barba ruiva. ‘Não me deves nada’, diz. Mas eu quero. Quero o risco. Marido em casa, esperando. ‘Fode-me agora’, sussurro.

Tira boxers. Caralho grosso, veias pulsando, pré-púcio pesado. Eu de joelhos, chupo. Língua no saco, engulo até a garganta. Ele geme: ‘Caralho, Maria…’. Sem pensar, deito no sofá, pernas abertas. ‘Preservativo?’, pergunta. ‘Não, cru. Quero sentir tudo.’ Ele lambe minha cona, molhada, inchada. Dedos dentro, língua no clitóris. Gozo rápido, tremendo.

Enfia devagar. Dorzinha boa, estica-me toda. ‘Assim… devagar, Rui’. Bomba forte, parede range. Mão dele na minha aliança, contrasta com a pele suada. ‘Casada, hein? Mais gostoso’. Eu: ‘Cala-te e fode mais fundo’. Pernas nos ombros dele, caralho bate no fundo. Meu sumo escorre, barulho molhado. ‘Vou gozar!’, ele avisa. Dentro, quente, jatos no cu do cólon. Eu gozo de novo, unhas nas costas.

Não para. Vira-me de quatro, mete no cu agora, lubrificado pelo gozo. ‘Gostas?’, rosna. ‘Sim, fode o meu cu, Rui!’. Rápido, urgente. Goza outra vez, eu explodo, pernas moles.

Amanhã, acordamos. Ele duro de novo. ‘Sem borracha?’, ri. ‘Tô limpa, PrEP pro risco’. Cavalgo, devagar. Sinto cada veia, glande saindo do pré-púcio, roçando paredes. Gozamos juntos, sem pressa.

Volto pra Lisboa, carro remocado. Marido: ‘Reunião boa?’. ‘Perfeita’. Banho quente, cheiro dele na pele. Aliança no dedo, segredo no peito. Culpazinha? Pouca. Excitação? Imensa. Próxima ‘reunião’, quem sabe volto. Vida dupla… viciante.

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