A Minha Traição no Cinema: O Segredo que Me Consome de Prazer

Sou a Ana, 35 anos, casada há 10, dois filhos, emprego estável num escritório em Lisboa. Toda a gente me vê como a mulher perfeita: jantares em família, yoga aos sábados, aliança a brilhar no dedo. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Hoje disse ao marido que ia ao ginásio depois do almoço. Mentira. Vim sozinha ao cinema ver o Código Da Vinci. Sala às 14h, quase vazia. Precisava disto, de um bocadinho só meu. Ou assim pensava.

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Entro nas casas de banho primeiro. Olho-me ao espelho: saia curta de ganga, top justo branco, vento lá fora a levantar tudo. Passo baton vermelho. Saio e dou de caras com ela, uma loira de uns 30, perfeita, camisa entreaberta a mostrar soutien de renda roxo. Olhos azuis que me perfuram. Imagino a cueca a condizer, ou nada debaixo da saia. ‘Bo filme’, diz ela ao sair. Eu só aceno, coração a bater mais forte. E se ela visse o Da Vinci? Sento-me no centro da sala 3, sozinha. Duas velhotas entram. Luzes apagam.

A Rotina Falsa e o Desejo que Me Chama

O filme começa, mas reparo num tipo à entrada. Alto, forte, cabelo curto. Avança… e senta-se ao meu lado. Trinta filas vazias e escolhe aqui? Incomoda-me. Dá-me um toque no braço ao sentar. ‘Desculpa’, sussurra, mão quente no meu joelho. Subi um bocadinho a saia. Pele fria contra a dele quente. Frissons. Tento focar no ecrã, mas ele mexe-se, roça-me a perna, o braço. Aliança no meu dedo esquerdo, mão dele na minha coxa. Coração aos pulos. Devo repelir? Não mexo. Braço no apoio, dedos na minha pele. Quatro agora, a subir.

Pernas abrem-se sozinhas. Ele sente. Mão inteira na coxa, roçando a costura da saia. ‘Para’, penso. ‘Vai mais’, deseja o corpo. Retira a mão. Viro-me zangada. Ele ri baixo e mete a outra direta debaixo da saia. Salto. Mão direita na minha nuca, beijos no pescoço. Dedos na minha cueca encharcada. Unhas na renda, depois dentro. ‘Estás molhada’, murmura. Guio-lhe os dedos no clitóris. Entra um, dois. Aperto o apoio. Outra mão no meu peito, mama fora do sutiã, mamilo pinchado. Gozo forte, corpo a tremer. Sala escura, velhotas à frente – risco louco.

Ele puxa-me, beija-me. Abre o cinto. Pego no caralho duro, masturbo. Baixo a cabeça, chupo o glande, língua no méat. Engulo todo, sobe e desce. Ele geme baixo, mãos na minha cabeça. Goza na boca, jatos quentes que engulo. ‘Vem’, diz, leva-me às casas de banho. Ninguém. Puxa-me para o lavatório, arranca cueca. Sento no mármore frio, pernas abertas, cona exposta. Ajoelha-se, lambe-me o clitóris, chupa, enfia língua. Gozo na boca dele, gemendo alto.

O Fogo na Escuridão e o Risco de Ser Apanhada

Levanta-se, caralho fora outra vez. Mama exposta, chupa mamilos. Puxo-o para mim. Entra devagar, estica-me toda. ‘Fode-me’, peço. Vai e vem, rápido, forte. Unhas nas nádegas dele. Gozo gigante, ele enche-me de porra quente. Trememos juntos.

Recupero. Ele quer mais, mas recuso. Pega na minha cueca: ‘Lembrança’. Sai. Ouço voz: ‘Procuras a mala, linda?’ A loira! ‘Vi tudo da retrete. Masturbei-me a olhar-vos. Aqui o número, liga para um copo.’ Alice. Sai.

Lavo a cara, remato. Volto à sala, fim do filme. Saio discreta, cona pegajosa, porra a escorrer. Carro, lingerie nova para disfarçar. Chego a casa, marido beija-me: ‘Bom ginásio?’ Sorrio. ‘Perfeito’. Mas por dentro, o segredo arde. Amanhã? Outro risco. Adoro esta dupla vida.

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