Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, gerente de contas num banco em Lisboa. Vida perfeita no papel: casa em Cascais, dois filhos na escola, jantares em família. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. O anel no dedo esquerdo brilha enquanto dirijo, mas a minha mente vagueia para fantasias sujas. Hoje, saí do escritório mais cedo, disse ao João que ia ao ginásio. Mentira. Queria só… espaço para respirar.
A estrada secundária para casa, ladeada pela floresta densa de Sintra, era o meu escape. O sol poente tingia tudo de laranja. De repente, o carro tosse, morre. Silêncio absoluto. Coração aos pulos. ‘Merda, não agora’, penso, batendo no volante. Saio, abro o capô, mas não percebo nada. Sem rede no telemóvel. Acendo um cigarro, a fumaça acalma-me. Passos atrás de mim. Viro-me devagar. Um rapaz novo, uns 18 anos, magro, olhos escuros.
A Pane que Mudou Tudo
— A car broke? — diz ele, com sotaque local.
— Sim, morreu aqui no meio do nada.
— Vem, a minha mãe ajuda. — E vira as costas, andando lento.
Sigo-o, saltos altos a afundar na terra húmida, saia justa a subir nas coxas. O coração bate forte: e se o João liga? E se alguém me vê? Chegamos a uma cabana iluminada na clareira. A porta abre. Ela: 45 anos, curvas generosas, olhos que me perfuram, vestido florido justo nos seios fartos.
— Entra, linda. O que houve?
O Regresso com o Segredo no Corpo
— O carro… sem rede…
Ela sorri, sem telemóvel também. Oferece vinho tinto, cheiro de ervas da panela. Sentamo-nos no sofá de veludo. ‘Tens de voltar cedo?’, pergunta, mão na minha coxa. Nego com a cabeça, mas o relógio aperta. O anel frio contra a pele quente dela. Beijo urgente. Línguas enroscadas. ‘Estás casada?’, sussurra, traçando o anel. ‘Sim… mas cala-te.’
Ela arranca-me a blusa, sutiã de renda. Mamas ao ar, ela mama nelas, chupa forte. Gemo baixo. ‘Shh, o miúdo dorme ao lado.’ Urgência total. Desço a saia, cueca de lado. Dedos dela na minha cona molhada, roçando o clitóris inchado. ‘Estás ensopada, puta casada.’ Empurro-a no sofá, abro-lhe as pernas. Toison farta, cheiro almiscarado. Lambo a cona dela, língua funda, sugando os lábios carnudos. Ela geme: ‘Mais, devora-me.’ Meto dois dedos no cu apertado, enquanto chupo o clitóris. Corpo treme.
Ela vira-me, cara na cona, cu exposto. Lambidelas no ânus, dedos na vulva. ‘Quero foder-te.’ Puxa um vibrador grosso do armário. Enfia na minha cona devagar, vibrações loucas. ‘Ahh, fode-me forte!’ Grito abafado. Eu no dela também, alternamos. Orgasmo explode: cona contrai, jatos quentes. Ela goza gritando baixo, unhas nas minhas costas. Suor, cheiro de sexo, corações disparados. Rápido, animalesco, 20 minutos de fúria.
Acordo no quarto dela, despida. Café pronto. ‘O miúdo arranjou o carro.’ Saio, pernas bambas. No regresso, floresta some no retrovisor. Chego a casa, João beija-me: ‘Tardaste no ginásio?’ Sorrio, anel brilhando, cona ainda latejante. ‘Trânsito.’ No banho, toco-me lembrando. O segredo queima, excita. Amanhã, vida certinha. Mas esta dupla vida… vicia. Quero mais.