Eu sou a Alice, 42 anos, dona de uma loja de roupa chique numa vila do interior. Casada com o Jorge, engenheiro calmo, vida organizada: casa impecável, jantares com amigos, yoga às manhãs. Mas… ai, o segredo. Dois anos a conviver com o casal amigo – o pai médico, taciturno, e a Sophie, da loja de lençóis. O Jorge, o meu, fugiu com ela. Dor? Sim. Mas vingança? O pai convidou-me para uma noite ‘de distração’. Eu sabia. Vestido preto justo, collants pretos, saltos altos. Coração a bater forte ao entrar em casa deles. Ele preparou tudo: lareira crepitante, pele de ovelha no tapete, champanhe a borbulhar. ‘Só conversamos’, disse ele. Bebemos. Ri-me das piadas dele. Mas o telefone tocou. Emergência. ‘Fico aqui?’, perguntei. ‘Sim, o João te faz companhia.’ Ele saiu a correr. Senti um frio na barriga. O risco. A aliança no meu dedo brilhava à luz do fogo. Vida pública: senhora respeitada. Secreto: desejo a ferver.
Desci ao salão. O João, 20 anos, tímido, olhos famintos. ‘Queres champanhe?’ Servi-me, bebi rápido. ‘Teu pai é um caso…’, disse, deitada na pele de ovelha. Ele sentou-se. Falámos. ‘Masses-me as pernas? Estou tensa.’ Ele hesitou. Mãos nos collants – eletricidade. ‘Tira o vestido?’, pediu. Tirei. Só lingerie. Óleo nas costas. Gemidos meus. ‘Mais baixo…’ Dedos nas nádegas. Culote de lado. Cona molhada. ‘Estás encharcada’, murmurou. Dois dedos dentro, devagar. Acelerei o quadril. ‘Fode-me com os dedos.’ Ele obedeceu. Virei de quatro. Pica dele dura, grossa. ‘Mete já!’ Entrou devagar, quente, fundo. Pubis a bater nas minhas nádegas. ‘Mais forte, caralho!’ Gozei a tremer, cona a apertar. Ele veio dentro.
A Vida Perfeita e o Desejo que Queima por Dentro
Porta rangeu. O Thierry, 18 anos, irmão mais novo. ‘Eu também.’ Ri-me, excitada. Culote no chão, pernas abertas. Ele meteu sem aviso, selvagem. ‘Que cona gulosa!’ Batidas ritmadas, seios a balançar. Beijei o João enquanto. Gozo de novo, gritos abafados. Alain chegou de moto, bêbado de festa. ‘A minha vez, puta!’ Riu-se. Despiu-me toda. Só collants. De quatro outra vez. Pica maior, rasgava-me. ‘Fode esta puta casada!’ Aliança no dedo, mão dele na cona. Urgência – o pai volta. Gozámos os dois, esperma a escorrer.
O Êxtase Proibido e o Regresso à Rotina
Os três, no sofá. Eu no meio. Boca no caralho do Thierry, João atrás, Alain nos seios. ‘Não param, seus safados!’ Mas abri as pernas. Dupla penetração – um na cona, outro no cu. Dor prazer. ‘Vou rebentar!’ Gozos múltiplos, corpos suados. O pai ligou: ‘Volto em hora.’ Limpámo-nos rápido. Ele chegou, fodeu-me mole. ‘Fantástico’, disse. Saí a cambalear, sorriso.
Hoje, loja aberta, clientes. Ninguém sabe. Olho a aliança – culpa? Pouca. Excitação sim. Os rapazes vêm à loja, tocam-me no provador. Secreto guardado. Coração acelera só de lembrar. Dupla vida: dia senhora, noite puta. Adoro o risco. Quero mais.